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Operação Sortilegium: Polícia desarticulou esquema de tráfico que movimentou R$ 32 milhões em Itabaiana

Força-tarefa prendeu suspeitos e cumpriu mandados em três estados durante operação contra o crime organizado em Sergipe

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) deflagrou a Operação Sortilegium na manhã desta terça-feira (1º de julho). Consequentemente, as autoridades desarticularam um esquema milionário de tráfico de drogas. Além disso, o grupo praticava lavagem de dinheiro principalmente no município de Itabaiana.

Esquema movimentou R$ 32 milhões em quatro anos

As investigações revelaram dados impressionantes sobre o grupo criminoso. Primeiramente, eles movimentaram aproximadamente R$ 32 milhões entre 2021 e 2025. Adicionalmente, o esquema distribuía entorpecentes como crack e maconha na região.

Além disso, o grupo desenvolveu operações sofisticadas de lavagem de dinheiro. Para isso, utilizavam contas bancárias de terceiros. Também faziam depósitos fracionados para ocultar a origem ilícita dos recursos.

Curiosamente, o nome “Sortilegium” possui origem latina e significa “tirar a sorte”. Portanto, as autoridades escolheram esse nome em referência à tática do grupo. Afinal, os criminosos contavam com a sorte para burlar fiscalizações.

Mandados cumpridos em três estados

Durante a operação, as autoridades cumpriram seis mandados de prisão temporária. Simultaneamente, executaram seis mandados de busca e apreensão. Notavelmente, as ações se estenderam além das fronteiras sergipanas.

Em Campinas, São Paulo, a polícia prendeu uma mulher suspeita de integrar o grupo. Dessa forma, a operação demonstrou o alcance interestadual da organização criminosa. Posteriormente, os demais suspeitos foram conduzidos à Superintendência Regional da Polícia Federal em Aracaju. Finalmente, os mandados foram formalmente cumpridos na capital sergipana.

Força-tarefa integrada contra o crime organizado

A Operação Sortilegium contou com o apoio de diversas forças de segurança. Primeiramente, participou o Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de Sergipe (Denarc). Também atuou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar. Além disso, o Grupo Tático Operacional da Polícia Penal ofereceu suporte. Por fim, o Batalhão de Caatinga completou a força-tarefa.

Consequentemente, esta integração entre diferentes órgãos demonstra o compromisso das autoridades sergipanas. Assim, elas fortalecem o combate ao crime organizado no estado. Igualmente importante, essa união de forças intensifica a luta contra o tráfico de drogas.

Impacto na segurança pública de Sergipe

A desarticulação deste grupo representa um golpe significativo no crime organizado sergipano. Especialmente porque consideramos o volume financeiro movimentado pela organização. Ademais, o período de atuação de quatro anos demonstra a complexidade do esquema.

Posteriormente, a operação evidencia a capacidade das forças de segurança em identificar esquemas sofisticados. Além disso, elas conseguem combater eficazmente operações de lavagem de dinheiro no estado.

Consequentemente, espera-se uma redução no tráfico de drogas na região de Itabaiana. Também se prevê impacto positivo nos municípios circunvizinhos. Finalmente, a operação fortalece a segurança pública em todo o estado de Sergipe.


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Fontes:

  • Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE)
  • Polícia Federal de Sergipe
  • Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de Sergipe (Denarc)
  • Agências de notícias locais e nacionais

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