
Prefeitura de Aracaju amplia proteção contra pneumonia e meningite com oferta da vacina Pneumo 20
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), passou a ofertar, no Sistema Único de Saúde

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), passou a ofertar, no Sistema Único de Saúde

O governo Fábio Mitidieri chegou ao dia 4 de julho com a caneta na mão, o relógio correndo e a

Quando um político deixa de ser apenas lembrado e passa a ser temido, a máquina muda de marcha. Valmir de

A política é um terreno onde acordos são firmados todos os dias. Alguns resistem ao tempo. Outros mudam conforme o

A Copa acabou para o Brasil, e Sergipe acordou com aquele silêncio atravessado de segunda-feira triste. Não vai ter mais

A política é feita de símbolos. Alguns inspiram confiança. Outros despertam perguntas. A escolha da primeira-dama de Nossa Senhora do

Há projetos que fazem a cidade olhar para o céu. Outros fazem o cidadão voltar a olhar para o chão.

A política tem dessas cenas que parecem ter saído da imaginação de uma criança. Basta um carrinho de brinquedo, algumas

A Copa acabou para o Brasil, e Sergipe acordou com aquele silêncio atravessado de segunda-feira triste. Não vai ter mais festa na Orla, não vai ter mais camisa amarela reunindo

A Copa do Mundo entregou, talvez, seu capítulo mais emocionante até agora. Argentina e Cabo Verde fizeram um daqueles jogos que lembram por que o futebol é capaz de parar

Domingo não será apenas mais um jogo de Copa do Mundo. Será um acerto de contas com a história. O Brasil já encarou a Noruega quatro vezes e nunca conseguiu


A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da

O governo Fábio Mitidieri chegou ao dia 4 de julho

Quando um político deixa de ser apenas lembrado e passa

A política é um terreno onde acordos são firmados todos

A Copa acabou para o Brasil, e Sergipe acordou com

A política é feita de símbolos. Alguns inspiram confiança. Outros

Nas últimas horas, Valmir de Francisquinho manteve uma agenda concentrada no interior e na construção de alianças políticas, reforçando a estratégia que tem adotado desde

Nossa Senhora do Socorro vive uma cena curiosa, quase roteiro de Copa do Mundo com ata administrativa. O prefeito Samuel Carvalho saiu de férias, transmitiu

A segurança pública em Sergipe saiu do gabinete, passou pela entrevista e terminou dentro de uma charge porque, por aqui, até debate técnico às vezes

A Câmara Municipal de Aracaju realiza, nesta quinta-feira, 25 de junho, às 8h40, a posse de Avilé Dantas, do PP, que assumirá temporariamente a vaga

Quando um político deixa de ser apenas lembrado e passa a ser temido, a máquina muda de marcha. Valmir de

A política é feita de símbolos. Alguns inspiram confiança. Outros despertam perguntas. A escolha da primeira-dama de Nossa Senhora do

A política tem dessas cenas que parecem ter saído da imaginação de uma criança. Basta um carrinho de brinquedo, algumas

Os últimos quinze dias do governador Fábio Mitidieri tiveram um ritmo que faria qualquer mestre de obras pedir um cafezinho

O vídeo do ex-senador Eduardo Amorim sobre o HUSE mexeu onde mais dói: na distância entre a propaganda oficial e

A política tem um hábito curioso: a memória costuma funcionar melhor para lembrar os erros dos adversários do que os

O discurso era sobre pobre gostar de coisa boa. Mas quem roubou a cena foi o dedo. Lula conseguiu transformar uma fala social em aula prática de grosseria institucional. Pais, mães e crianças ficaram com aquela pergunta atravessada na sala: se o presidente pode fazer isso no Planalto, o que sobra para a educação em casa?Defender o povo é nobre.

Em ano eleitoral, Brasília parece descobrir uma velha paixão: a propaganda. O governo Lula empenhou R$ 520 milhões em comunicação institucional no primeiro semestre de 2026, mais que o dobro do valor empenhado no mesmo período de 2022 pelo governo anterior. Tudo dentro do limite legal, segundo a Secom. Mas a pergunta continua legítima: mesmo sendo legal, essa é a

Quando o ministro Alexandre de Moraes começou a ler o relatório contra Eduardo Bolsonaro, metade de Brasília fez cara de espanto. A outra metade fingiu fazer. Porque, convenhamos, se tivesse um bolão nacional sobre o desfecho desse capítulo, quem apostasse que o caso seguiria adiante ganharia mais fácil do que quem aposta que vai fazer calor em Aracaju em janeiro.

O Brasil teve ontem, dia 29, uma vitória importante na área da segurança pública. Os Estados Unidos classificaram o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas, reconhecendo oficialmente aquilo que o cidadão comum já sabe há muito tempo: essas facções não são apenas quadrilhas. São estruturas violentas, organizadas, milionárias, transnacionais e capazes de desafiar o Estado

A rejeição de Jorge Messias ao STF foi aquele momento raro da política brasileira em que o Senado resolveu acordar, tomar café forte e lembrar que sua função não é apenas bater carimbo. Foram 42 votos contra e 34 a favor, quando ele precisava de 41 apoios para passar. Resultado: ficou de recuperação, perdeu a vaga e entrou para a história como

O Brasil sempre foi criativo, mas agora parece que entramos oficialmente no gênero comédia jurídica. Um cidadão em Presidente Prudente coloca na janela do apartamento uma faixa com uma única palavra: “ladrão”. Não tinha nome, CPF, foto, RG nem legenda explicativa. Era apenas a palavra solta, no ar, quase filosófica, quase poética, quase um teste de interpretação textual. Mas bastou



