
Antes da roda gigante, Sergipe precisa fazer girar o essencial
Há projetos que fazem a cidade olhar para o céu. Outros fazem o cidadão voltar a olhar para o chão.

Há projetos que fazem a cidade olhar para o céu. Outros fazem o cidadão voltar a olhar para o chão.

A política tem dessas cenas que parecem ter saído da imaginação de uma criança. Basta um carrinho de brinquedo, algumas

O discurso era sobre pobre gostar de coisa boa. Mas quem roubou a cena foi o dedo. Lula conseguiu transformar

Os últimos quinze dias do governador Fábio Mitidieri tiveram um ritmo que faria qualquer mestre de obras pedir um cafezinho

Ainda dá tempo, sergipano. O IBGE prorrogou até o dia 9 de julho as inscrições para o processo seletivo com

Há um velho hábito na política brasileira: entregar um benefício para quem ainda vai chegar e esquecer quem passou a

A Copa do Mundo entregou, talvez, seu capítulo mais emocionante até agora. Argentina e Cabo Verde fizeram um daqueles jogos

Há um som que nunca para. Ele não faz pausa para o nosso cansaço, não espera que resolvamos nossos conflitos

A Copa do Mundo entregou, talvez, seu capítulo mais emocionante até agora. Argentina e Cabo Verde fizeram um daqueles jogos que lembram por que o futebol é capaz de parar

Domingo não será apenas mais um jogo de Copa do Mundo. Será um acerto de contas com a história. O Brasil já encarou a Noruega quatro vezes e nunca conseguiu

Em clima de Copa do Mundo, com o Brasil entrando em campo hoje contra o Haiti e o país inteiro já preparado para parar, torcer, sofrer e reclamar do juiz,


Há projetos que fazem a cidade olhar para o céu.

A política tem dessas cenas que parecem ter saído da

O discurso era sobre pobre gostar de coisa boa. Mas

Os últimos quinze dias do governador Fábio Mitidieri tiveram um

Ainda dá tempo, sergipano. O IBGE prorrogou até o dia

Há um velho hábito na política brasileira: entregar um benefício

Nas últimas horas, Valmir de Francisquinho manteve uma agenda concentrada no interior e na construção de alianças políticas, reforçando a estratégia que tem adotado desde

Nossa Senhora do Socorro vive uma cena curiosa, quase roteiro de Copa do Mundo com ata administrativa. O prefeito Samuel Carvalho saiu de férias, transmitiu

A segurança pública em Sergipe saiu do gabinete, passou pela entrevista e terminou dentro de uma charge porque, por aqui, até debate técnico às vezes

A Câmara Municipal de Aracaju realiza, nesta quinta-feira, 25 de junho, às 8h40, a posse de Avilé Dantas, do PP, que assumirá temporariamente a vaga

A política tem dessas cenas que parecem ter saído da imaginação de uma criança. Basta um carrinho de brinquedo, algumas

Os últimos quinze dias do governador Fábio Mitidieri tiveram um ritmo que faria qualquer mestre de obras pedir um cafezinho

O vídeo do ex-senador Eduardo Amorim sobre o HUSE mexeu onde mais dói: na distância entre a propaganda oficial e

A política tem um hábito curioso: a memória costuma funcionar melhor para lembrar os erros dos adversários do que os

A partir de amanhã, 4 de julho, a política brasileira muda de marcha. Não porque as obras parem, os serviços

A democracia depende do voto, mas o voto depende da informação. E, convenhamos, em época de eleição sempre aparece aquele “especialista

O discurso era sobre pobre gostar de coisa boa. Mas quem roubou a cena foi o dedo. Lula conseguiu transformar uma fala social em aula prática de grosseria institucional. Pais, mães e crianças ficaram com aquela pergunta atravessada na sala: se o presidente pode fazer isso no Planalto, o que sobra para a educação em casa?Defender o povo é nobre.

Em ano eleitoral, Brasília parece descobrir uma velha paixão: a propaganda. O governo Lula empenhou R$ 520 milhões em comunicação institucional no primeiro semestre de 2026, mais que o dobro do valor empenhado no mesmo período de 2022 pelo governo anterior. Tudo dentro do limite legal, segundo a Secom. Mas a pergunta continua legítima: mesmo sendo legal, essa é a

Quando o ministro Alexandre de Moraes começou a ler o relatório contra Eduardo Bolsonaro, metade de Brasília fez cara de espanto. A outra metade fingiu fazer. Porque, convenhamos, se tivesse um bolão nacional sobre o desfecho desse capítulo, quem apostasse que o caso seguiria adiante ganharia mais fácil do que quem aposta que vai fazer calor em Aracaju em janeiro.

O Brasil teve ontem, dia 29, uma vitória importante na área da segurança pública. Os Estados Unidos classificaram o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas, reconhecendo oficialmente aquilo que o cidadão comum já sabe há muito tempo: essas facções não são apenas quadrilhas. São estruturas violentas, organizadas, milionárias, transnacionais e capazes de desafiar o Estado

A rejeição de Jorge Messias ao STF foi aquele momento raro da política brasileira em que o Senado resolveu acordar, tomar café forte e lembrar que sua função não é apenas bater carimbo. Foram 42 votos contra e 34 a favor, quando ele precisava de 41 apoios para passar. Resultado: ficou de recuperação, perdeu a vaga e entrou para a história como

O Brasil sempre foi criativo, mas agora parece que entramos oficialmente no gênero comédia jurídica. Um cidadão em Presidente Prudente coloca na janela do apartamento uma faixa com uma única palavra: “ladrão”. Não tinha nome, CPF, foto, RG nem legenda explicativa. Era apenas a palavra solta, no ar, quase filosófica, quase poética, quase um teste de interpretação textual. Mas bastou



