PUBLICIDADE

O time de Mitidieri e o ataque ao Senado

Edvaldo Nogueira não é homem de empurrar a bola com a barriga. O ex-prefeito de Aracaju tem a cara da periferia que ajudou a transformar. Basta dar uma volta pelos bairros que, até pouco tempo atrás, tinham mais buraco que calçamento: as ruas agora estão pavimentadas, novas avenidas cortam a cidade e dão mobilidade a quem antes vivia isolado. Edvaldo tem o que mostrar e, na política, obra entregue é cartão de visita que vale ouro.

Não à toa, ele se apresenta como um forte candidato ao Senado da República. Experiência não lhe falta, discurso ele tem, e a prática está aí para confirmar: seu legado em Aracaju é robusto. Mas política, como no futebol, não se joga sozinho. E no time do governador Fábio Mitidieri, a escalação ainda está sendo montada com cuidado.

Por enquanto, o primeiro atacante já está definido: André Moura. E convenhamos, Mitidieri foi cirúrgico. André tem passe livre em Brasília, trânsito em todos os gabinetes e é daqueles jogadores que sabem fazer gol de cabeça, de perna direita, de perna esquerda e até de letra. É equilibrado, articulado e conhece a engrenagem do poder como poucos.

A segunda vaga, no entanto, segue em aberto. O governador tem um banco de reservas de respeito: Alessandro Vieira, Edvaldo Nogueira, Márcio Macêdo, Rogério Carvalho… todos nomes pesados, capazes de segurar a camisa titular sem tremer no “Mitidierão” lotado. Fábio está tranquilo, afinal, quando o elenco é farto, a escolha vira luxo.

Se a política sergipana fosse um jogo de futebol, Fábio estaria armado num 4-4-2 clássico, com um detalhe fundamental: o vice-governador Jeferson Andrade já está escalado para o gol. E goleiro bom é meio time, porque segura o jogo quando a pressão aperta. À frente, os dois senadores seriam os atacantes encarregados de balançar a rede em Brasília. E, cá entre nós, ter um ataque com nomes desse quilate é como escalar Romário e Bebeto no auge: a torcida respira aliviada.

Enquanto isso, Edvaldo segue correndo pela lateral, firmando alianças no interior e mostrando que não é jogador de banco. Ele quer a vaga, está treinando forte e tem currículo para isso. Mas o apito final só vai soar quando Fábio Mitidieri bater o martelo sobre quem será o parceiro de ataque de André Moura.

Até lá, o governador vai montando seu time com calma, de olho em cada detalhe. Porque campeonato eleitoral não se ganha com correria; se ganha com estratégia, elenco e, principalmente, gols. E, pelo que se vê, opções de artilheiros não faltam. A pergunta que fica é: quem vai ser o camisa 9 ao lado de André Moura?

Agora é com você! O que você acha dessa escalação política? Quem deveria ser o camisa 9 ao lado de André Moura? Deixe seu comentário aqui embaixo, curta este post e compartilhe para movimentar esse debate. Sua opinião faz o jogo ficar ainda mais emocionante!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *