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Gustinho Ribeiro fortalece Republicanos e desmente crise fabricada

Tem gente que aposta no desgaste. Outros, vivem de plantar intrigas para ver se algum galho quebra. E há os que preferem a distorção para alimentar manchetes baratas. É o que vem acontecendo em alguns portais de notícia que tentam, sem muito sucesso, construir uma narrativa artificial de que o deputado federal Gustinho Ribeiro estaria em rota de colisão com os filiados e a base dos Republicanos em Sergipe.

Mas basta um olhar minimamente atento à realidade para ver que o partido não só está em ordem, como está de pé, de pé firme e avançando com consistência. É verdade: Gustinho não é de gritar, nem de aparecer à toa, mas isso não significa ausência. Ao contrário: sua liderança é silenciosamente eficaz, firmemente articulada e absolutamente legalista.

Sob seu comando, o Republicanos conta hoje com 58 diretórios municipais montados, regularizados e em plena conformidade com a legislação eleitoral vigente e isso num cenário de mudanças de regra, de confusão de normas, de incertezas que só os bastidores da política conhecem.

Enquanto outros partidos penam para formar suas comissões provisórias ou sonham com candidaturas, o Republicanos já tem uma das chapas federais mais robustas do Estado. Gustinho será o cabeça, sim, e não está sozinho: o partido também já conta com o delegado André Davi que é primeiro suplente de deputado federal, com a forte possibilidade de vinda de Edvaldo Nogueira, com a liderança sólida do pastor Heleno Silva, figura respeitada no sertão, onde vive, conhece e cuida do povo, diferente de tantos que só aparecem por lá em tempos de eleição.

Heleno, inclusive, fará uma dobradinha de impacto com Chico do Correio, numa construção eleitoral que tem coerência territorial e densidade política. Além disso, como já é tradição no partido, a Igreja Universal prepara seu nome para representar a comunidade de fé, com um candidato que une base e representatividade, e há ainda duas mulheres em articulação, mostrando que a chapa não será apenas forte, mas também plural e representativa.

E não para por aí. O nome dos Republicanos também está sendo ventilado com força, seja para a federal, seja para a estadual e o fato é que, seja onde for, é reforço certo para o grupo. Enquanto isso, a chapa estadual segue em construção com serenidade e presença, com nomes sólidos como o sargento Moraes, que tem atuado diuturnamente na capital e no interior, e com a permanência cada vez mais firme das três deputadas: Carminha Paiva, Lidiane Lucena e, possivelmente, Hilda, substituindo dona Áurea Ribeiro.

Esses são os fatos. E contra fatos, não há narrativa fabricada que sobreviva. A verdade é que, mesmo diante das intrigas plantadas, o Republicanos segue com musculatura eleitoral, com presença em todas as regiões e com liderança política que inspira confiança dentro e fora do partido.

Nas eleições de 2022, os Republicanos foram o terceiro partido mais votado de Sergipe. E tudo indica que, em 2026, essa posição será não só mantida, mas superada. Isso incomoda, é claro. Incomoda quem perdeu base, perdeu relevância, perdeu confiança do eleitor e agora tenta jogar pedra em quem continua crescendo.

Gustinho, por sua vez, segue firme. Com diálogo direto com o presidente da Câmara, Hugo Mota, com respeito do presidente nacional do partido, Marcos Pereira, e com trabalho de bastidor que está mais preocupado com resultado do que com manchete artificial.

Os que querem ver racha nos Republicanos vão precisar de mais que especulação. Vão precisar enfrentar uma base sólida, uma estrutura organizada e um time que está em campo, jogando, e vencendo com bola no pé e sem chuteiras trocadas.

Enquanto uns trocam promessas por cargos e manchetes por confusão, Gustinho segue montando chapa, fortalecendo diretórios e mantendo o Republicanos de Sergipe de vento em popa. E isso, meu amigo, é o que realmente incomoda.

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