Em tempos de desconfiança e distanciamento da política, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jeferson Andrade, resgata a essência do parlamento: escutar, representar e transformar escuta em ação. Ao destacar o Sergipe Participativo como instrumento de democracia concreta e não de vitrine, Jeferson dá o tom do que representa sua presidência: um Legislativo que não ecoa só a voz do palácio, mas amplifica a voz da rua, do campo, da quebrada e da sala de aula.
O programa, coordenado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Inovação (Seplan), não é apenas mais uma audiência pública, é um laboratório de escuta cidadã. Em julho, cruzou seis municípios. Em agosto, chegou com força a mais cinco, incluindo a Grande Aracaju. E ainda virá a audiência temática virtual, onde temas como infância, juventude, mulheres, direitos humanos e sustentabilidade ganham microfone aberto. Não é conversa fiada, é a base de dados humanos que vai alimentar o Plano de Desenvolvimento Regional e a LOA 2026.
E o mais simbólico: é o avesso do velho modelo de decisões verticais, onde poucos decidiam por todos. Hoje, a régua do planejamento é horizontal, quem conhece a dor, ajuda a desenhar a cura. Jeferson Andrade sabe que escutar não é gentileza: é cláusula pétrea da boa política. E sob sua presidência, a Alese não chancela orçamento sem saber se houve participação no seu esboço. Mais que voto de confiança, há voto de consciência.
Não é por acaso que o governador Fábio Mitidieri governa com estabilidade institucional. Ele entende que Estado se conduz como casa cheia: com escuta ativa, divisão de tarefas e respeito por cada voz. O Sergipe Participativo é o alicerce desse modelo. É ele que transforma a democracia de papel em projeto de Estado, onde o orçamento público deixa de ser enigma técnico e passa a ser mapa do futuro vivido em conjunto.
Mais que uma política pública, o Sergipe Participativo é um pacto cívico: entre o povo, o governo e a Assembleia. E nesse pacto, Jeferson Andrade não é só o presidente da Alese, é o engenheiro da ponte entre as vozes populares e os trilhos da governança. Representa uma nova geração de políticos que entendeu que quem escuta junto, planeja melhor. E quem planeja melhor, cuida mais.




