Enquanto falta dipirona e até papel ofício nos órgãos públicos do Conjunto Jardim, sobra abandono político. A denúncia é direta, vinda de moradores indignados: o bairro está largado — e o problema tem nome e sobrenome: falta de representatividade.
Um bairro invisível na Câmara de Vereadores
Não é de hoje que o Conjunto Jardim sofre com a ausência de voz ativa no legislativo municipal. E não está sozinho: o Parque dos Faróis também amarga o mesmo destino. Sem representantes eleitos nas últimas eleições, esses bairros viraram terra de ninguém quando o assunto é cobrança, indicação ou priorização de demandas básicas.
O preço da omissão: falta até papel e remédio
Pode parecer piada pronta, mas não é. Em pleno 2025, moradores relatam a falta de dipirona em postos de saúde e escassez de papel ofício em órgãos públicos. É o retrato cru da negligência institucional — quando nem o básico chega, o que mais podemos esperar?
A política começa na rua — e termina nas urnas
Na gestão passada, teve cobrança. Agora, o silêncio reina. Por quê? Porque quem não tem voto, não tem vez. O recado é simples: ou os bairros se unem para eleger seus representantes, ou continuarão sendo massa de manobra de quem só aparece em época de campanha.
Não adianta reclamar no grupo de WhatsApp se na hora de votar ninguém levanta do sofá. Representatividade importa. E o caminho começa agora — com mobilização, debate e cobrança.
Quem avisa, amigo é. E quem denuncia, incomoda — mas também faz mover.
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