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O Pato não se abate

A polêmica em torno da desapropriação de um terreno de 22 mil metros quadrados no bairro São Cristóvão, em Itabaiana, nada mais é do que mais uma tentativa desesperada de forças ocultas de manchar a imagem de Valmir de Francisquinho. E, convenhamos, não há nada de ilegal no processo. O que existe é uma narrativa construída para tentar enfraquecer um prefeito que cresce politicamente em Sergipe, que entrega resultados e que incomoda adversários acostumados a sobreviver na base da intriga. O fato é simples: a Prefeitura desapropriou uma área que sempre foi utilizada para a prática esportiva, com a finalidade de construir três campos de futebol e manter viva uma tradição histórica da cidade. O processo foi conduzido dentro da legalidade, amparado por avaliação feita por um perito concursado do município, que atestou o valor do terreno em R$ 1,7 milhão. Tudo de acordo com a lei, com transparência e respaldo técnico. O valor de R$ 150 mil que circula em boatos não passa de ruído, uma avaliação feita em outro contexto e sem a mesma profundidade, que agora é manipulada para parecer escândalo.

Valmir foi claro: não existe ilegalidade. E é preciso reforçar que não existe mesmo. O prefeito exerce sua função dentro da discricionariedade que a administração pública lhe confere, tomando decisões que beneficiam a coletividade. E não há dúvida de que, nesse caso, o maior beneficiado é o povo de Itabaiana. O bairro São Cristóvão é berço de craques, palco de jogos históricos, referência esportiva da cidade. Preservar aquela área é investir no futuro da juventude, é oferecer esporte como ferramenta de inclusão, disciplina e cidadania. Enquanto outras cidades enterram seus campos sob o peso do concreto, Itabaiana mantém vivas suas raízes. Isso não é gasto, é investimento social, é política pública da melhor qualidade.

Então por que tanto barulho? A resposta é política. Valmir incomoda porque cresce. Cresce na aprovação popular, cresce em prestígio, cresce em projeção estadual. E quanto mais cresce, mais se tornam intensas as tentativas de barrar seu avanço. O caso do terreno é só mais um capítulo de uma operação cuidadosamente montada para tentar colar nele uma mancha que não existe. O jogo é sujo: quando não se pode atacar a gestão, inventa-se uma polêmica. Só que o povo de Itabaiana conhece seu prefeito e sabe diferenciar obra de intriga, resultado de fofoca.

Valmir, como bom itabaianense e sertanejo de raiz, não se deixa intimidar. E aqui cabe a metáfora que já virou símbolo de sua trajetória: Valmir é o Pato. E o Pato, por mais que tentem acertar, não cai fácil. Podem disparar tiros, que ele mergulha de um lado, abre as asas do outro, sai da linha de fogo e continua nadando sereno. É assim que tem administrado Itabaiana: desviando dos ataques políticos e mostrando serviço. Quem dispara contra o Pato, no fim, é quem sai atingido.

O resultado está à vista de todos. Hoje, Itabaiana é um município que oferece qualidade de vida, com uma gestão responsável, que investe em saúde, educação, infraestrutura e esporte. Enquanto os adversários gastam energia fabricando narrativas, Valmir responde com trabalho e entrega. É isso que incomoda: o contraste entre o que ele faz e o que seus opositores apenas prometem.

Em resumo, não existe ilegalidade, existe legalidade comprovada. Não existe escândalo, existe gestão. O que existe, de fato, é uma operação política para tentar frear o crescimento de Valmir, mas ela não encontrará sucesso. Porque o povo confia em quem trabalha, não em quem inventa. E porque o Pato, por mais que tentem derrubá-lo, continua de pé, firme, nadando, voando e levando Itabaiana cada vez mais longe

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