A Ingratidão Contra Fábio Mitidieri e o Direito ao Afeto
É preciso dizer com todas as letras: o ataque feito ao governador Fábio Mitidieri por ter participado do aniversário da própria filha, mesmo em fase final de recuperação da pneumonia, é injusto, ingrato e cruel.
Há quem, escondido atrás de teclados e perfis anônimos, não consiga separar o homem público do ser humano. Mas vamos aos fatos: Fábio passou dias afastado por orientação médica, despachou de casa, manteve a máquina do Estado funcionando e deu mostras claras de que a gestão não parou. O próprio governador apareceu em vídeo, ao lado de seu médico, garantindo que estava em recuperação e pronto para retomar a agenda.
E qual foi o “crime”? Jantar com a filha, no dia do aniversário dela. Uma data especial, íntima, que diz respeito a um pai e sua família. Será que a pneumonia, que graças a Deus já está controlada, deveria lhe roubar também o direito de abraçar a filha e cantar parabéns? Será que o governador, por ocupar o cargo que ocupa, perdeu o direito de ser pai?
As críticas que circularam nas redes sociais são o retrato da falta de sensibilidade que tem dominado parte da sociedade. A internet transformou-se em tribunal sem juiz, onde qualquer gesto vira alvo de julgamento raso e cruel. É preciso ter humanidade.
Não se trata de defender privilégios. Trata-se de reconhecer que, por trás da faixa governamental, há um homem que adoece, que sente, que se cansa, mas que também ama. A vida pública não pode esmagar a vida privada. Aliás, um gestor que valoriza a família é, muitas vezes, o mesmo que carrega valores humanos para sua gestão.
E não custa repetir: o governo não parou. Enquanto se recuperava, Fábio despachava de forma digital, acompanhava secretarias, e contou com sua equipe presente em eventos oficiais. E até mesmo de casa, manteve o espírito esportivo: assistiu pela televisão à vitória do Confiança sobre o Retrô, vibrando com a força do time sergipano, enquanto o noticiário nacional destacava a goleada do Botafogo sobre o Bragantino. Ou seja, seguiu como qualquer cidadão que, entre um remédio e outro, encontra alento no futebol. Pé quente!
Portanto, as críticas não apenas são injustas, elas são desumanas. O governador não estava em festa pública, não estava em show, não estava em comício. Estava com a filha. E isso, convenhamos, é sagrado. Aos que se apressaram em julgar, fica a reflexão: o cargo público exige sacrifícios, mas não pode exigir a renúncia à paternidade, ao afeto e à vida familiar. É hora de mais maturidade política e, acima de tudo, mais humanidade.





Respostas de 3
Parabéns belíssima reflexão!
Por causa desses ataques covardes muitos não participam da vida pública.
É preciso coragem e muita Fé em Deus
Isso nosso Governador Fabio tem, e de sobra!!!
A crítica, desde quando não seja atentatória ao pessoal, ela é sempre legítima, cabendo ao cidadão discernir sobre a sua necessidade. Quando o cidadão se expõe a cargos públicos ele está sujeito a qualquer tipo de crítica, justa ou injusta, repito, desde que não atinja ao pessoal. Não se deve criticar o crítico pelo simples fato de criticar!
Vejo a ida do governador ao jantar da filha como uma demonstração de um homem que valoriza e ama sua família. É um exemplo muito bom para uma sociedade que tem seus valores pela família se dissolvendo. Gostei muito da atitude de Fábio. Que Deus continue abençoando ele e sua família. Família é a base de tudo.