PUBLICIDADE

Boatos não mudam fatos: Republicanos segue firme sob comando de Gustinho Ribeiro

Nas últimas semanas, os bastidores da política sergipana foram inundados por rumores de que Edivan Amorim estaria articulando para assumir o comando do Republicanos em Sergipe, atualmente presidido por Gustinho Ribeiro. A tese ganhou fôlego com análises, colunas e comentários de bastidor que tentam desenhar um cenário de ruptura iminente.

Entre os principais boatos, está a narrativa publicada por um Portal de Notícias desde o início do ano, apontando uma possível migração do bloco de oposição para os Republicanos, com a ideia de que Gustinho Ribeiro estaria fazendo um “jogo duplo” para garantir sua sobrevivência política, já que enfrentaria dificuldades para reeleger-se em 2026. A especulação ganhou ainda mais combustível com a insatisfação de aliados de Edivan Amorim após a perda do comando do PL para Rodrigo Valadares.

A prefeita Emília Corrêa chegou a confirmar que há conversas com os Republicanos, embora tenha ressaltado, em entrevista à Fan FM, que também avalia outras legendas. Ela está sob forte pressão pública do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que chegou a sugerir que fosse candidata do partido ao Governo do Estado como desejo do ex-presidente Bolsonaro, colocando-a numa verdadeira “saia justa” entre seguir Edivan Amorim ou se submeter ao comando de Rodrigo Valadares.

O ex-prefeito Valmir de Francisquinho também tem sido citado em bastidores como possível nome para reforçar os Republicanos, o que, segundo aquele Portal, atrairia automaticamente os demais aliados de Edivan Amorim. Apesar de todo esse barulho, a possibilidade de um “desembarque em massa” do grupo de Edivan nos Republicanos não se sustenta na realidade partidária.

Hoje, o Republicanos está plenamente consolidado sob a liderança de Gustinho Ribeiro, com apoio direto da Executiva Nacional, do presidente do partido, Marcos Pereira, e do deputado federal Hugo Motta, que atua como seu principal avalista em Brasília. Qualquer decisão sobre o partido em Sergipe passa, obrigatoriamente, pelo crivo de Gustinho e pela chancela nacional e não existe autorização, negociação ou abertura para entrega do comando da legenda a outro grupo.

Enquanto as especulações correm, Gustinho faz política de verdade: está rodando o Estado, fortalecendo diretórios e consolidando a chapa proporcional para 2026. A legenda já conta com nomes competitivos para a disputa da Câmara Federal: André Davi, o pastor Heleno, um candidato ligado à Igreja Universal, a ex-prefeita Gracinha de Itaporanga e Gedalva, atual vice-prefeita de São Cristóvão. Só esse bloco já projeta a possibilidade concreta de eleger dois deputados federais, e outros nomes regionais seguem sendo trabalhados.

A realidade é oposta à narrativa de crise: o Republicanos está estruturado, coeso e em expansão. As tentativas de associar a sigla a mudanças de comando ou a jogos duplos refletem mais a movimentação de quem ficou sem legenda, como Edivan Amorim, que perdeu o PL, do que qualquer articulação concreta dentro da sigla. Boatos fazem barulho, mas não mudam fatos. E os fatos são claros: o Republicanos em Sergipe tem direção, tem comando e tem rumo —e o nome à frente segue sendo Gustinho Ribeiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *