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Bolsa Família: os brasileiros pagam a conta dos venezuelanos

O Brasil acorda cedo, pega ônibus lotado, trabalha o mês inteiro e termina fazendo malabarismo para fechar a conta do supermercado. O país real não está em debate acadêmico, está em modo sobrevivência. Falta comida, falta renda, falta perspectiva. O que sobra é imposto, discurso e uma paciência que já venceu faz tempo.

Enquanto isso, o governo do presidente Lula parece governar para plateias externas e militâncias internas, mas não para quem segura o país nas costas. O aumento da carga tributária avança por todos os lados, do consumo ao crédito, da energia ao serviço básico. O Estado engorda. O cidadão emagrece.

E no meio desse cenário, o Brasil assume um papel curioso no mundo. Defende politicamente o regime de Nicolás Maduro, cuja ditadura quebrou um país inteiro, expulsou milhões de pessoas e transformou a Venezuela numa fábrica de refugiados. O resultado dessa tragédia humana desembarca aqui. E o custo também.

Hoje, centenas de milhares de venezuelanos recebem Bolsa Família no Brasil. É legal, é permitido, é humanitário. Mas a pergunta que o governo foge é simples e incômoda. Como explicar isso ao brasileiro que trabalha, paga imposto e ainda assim não consegue garantir o básico dentro de casa? Como pedir compreensão a quem vê o Estado funcionando rápido para fora e lento para dentro?

A resposta oficial vem sempre em forma de narrativa. Dizem que a economia vai bem. Que os indicadores melhoraram. Que o desemprego caiu. Tudo muito bonito nos gráficos. O problema é que gráfico não enche panela, não paga aluguel e não resolve o drama de quem precisa escolher entre comprar comida ou quitar a conta de luz.

O governo age como se fosse possível administrar um país só com discurso. Mas política pública não se sustenta em retórica internacional. Se sustenta em prioridade. E prioridade se mede pelo destino do dinheiro público.

O brasileiro comum não está pedindo milagre. Está pedindo o mínimo. Comer três vezes ao dia. Trabalhar sem ser esmagado por imposto. Ter um Estado que funcione primeiro para quem vive aqui, produz aqui e sustenta essa máquina.

Solidariedade é virtude. Mas governar é fazer escolha. E toda escolha revela quem vem primeiro. Hoje, infelizmente, o Brasil dá sinais claros de que o cidadão ficou para depois. E quando um governo esquece quem paga a conta, a fatura sempre chega. Primeiro nas urnas. Depois na história.

Respostas de 3

  1. Primeiro ponto: o atual governo fez a reforma tributária. Um parágrafo inteiro de desinformação.
    Segundo ponto o atual governo tem patamar histórico de emprega idade. Mais uma Ratada do texto.
    Terceiro ponto: atual governo não apoia o regime de maduro, qualquer pessoa meramente informada sacrifício.
    Fica a pergunta qual viagem do jornalista: ele gostaria de “acabar com tudo isso que tá aí “?

  2. Primeiro ponto: o atual governo fez a reforma tributária, em que pese um Congresso inimigo do povo. Um parágrafo inteiro de desinformação. Segundo ponto o atual governo tem patamar histórico de empregabilidade. Mais uma Ratada do texto. Terceiro ponto: atual governo não apoia o regime de Maduro, qualquer pessoa meramente informada sabe disso. Fica a pergunta qual o viés do jornalista: ele gostaria de “acabar com tudo isso que tá aí “?

    1. De qual país vc está falando? Da Noruega? Agora se for o Brasil, melhor sair dessa bolha ideológica em que vive. Misericórdia, Senhor!

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