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Editorial – Sergipe vai às ruas: Rodrigo Valadares lidera ato histórico Pró-Bolsonaro em Aracaju

Ontem, Aracaju trocou o silêncio pela ação e entrou, com força, para a história. A Orla da Atalaia, tão acostumada a selfies e caminhadas preguiçosas de domingo, virou palco de um verdadeiro levante democrático. O povo saiu às ruas, de verde e amarelo, empunhando faixas, cartazes e a indignação na garganta. Da Passarela do Caranguejo à Praça de Eventos, um coro só: “Anistia já! Fora Lula! Alexandre não nos representa!”

E no centro desse furacão cívico, dois nomes ressoaram com firmeza: Rodrigo Valadares e Moana Valadares. Ele, deputado federal. Ela, vereadora e líder nata. O casal não apenas convocou, organizou, liderou e marchou junto ao povo. Foi a maior passeata bolsonarista da história recente de Sergipe. Não foi carreata montada por gabinete. Foi marcha de chão batido, suor no rosto e convicção no peito. A direita sergipana provou que tem voz, tem voto e tem rua.

Rodrigo pegou o microfone e não economizou verdades: denunciou os abusos do STF, apontou a censura disfarçada nas redes sociais e reafirmou que, numa democracia, a autoridade máxima é o povo, não onze ministros encastelados em Brasília. Moana, com a serenidade de quem escuta e a firmeza de quem lidera, falou com todos: evangélicos, comerciantes, estudantes, donas de casa, motoboys. “Nossa Constituição está sendo dilacerada à luz do dia. Não vamos assistir calados. Vamos resistir!”, bradou. E o povo respondeu: “Vamos!”

Vieram caminhoneiros de Itabaiana e Lagarto, agricultores de Salgado, feirantes de Estância, professores, pastores, aposentados, jovens. Não foi evento de elite. Foi ato de povo com suor, com lágrima, com fé. Um movimento que não nasceu de verba pública, mas da indignação legítima de quem ama o Brasil.

E, veja só: até o Capitão Samuel, que hoje comanda a Fundação Renascer, recheada de convênios com o governo federal. rompeu o script. Foi às ruas pedir “Fora Lula”, criticar o STF, subir em palanque e gravar vídeos que viralizaram. Tudo isso mesmo após o governador Fábio Mitidieri anunciar apoio à reeleição de Lula. Samuel foi na contramão. E, com a voz embargada de indignação, justificou: “Antes da verba, vem a minha consciência.” Resta a pergunta: é consciência mesmo ou estratégia de sobrevivência? Porque não dá pra ser auxiliar de governo durante a semana e líder da oposição no fim de semana.

Lúcio Flávio apareceu. Lideranças do interior também. O trânsito parou. Os drones sobrevoaram. E os celulares registraram cada passo de um movimento histórico. Sergipe parou para assistir. E quem viu, entendeu: a direita está viva, organizada e pronta.

Esse domingo entrou para a história política de Sergipe. Entrou como o dia em que a democracia saiu do ar-condicionado e pisou no asfalto quente. Como o dia em que o povo gritou por liberdade com rosto, nome e direção. Como o dia em que Rodrigo Valadares se firmou, sem dúvidas, como o grande porta-voz da direita sergipana. A história – a verdadeira história – é feita de coragem, de rua e de ação. E ontem, Aracaju deu aula

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