Se você achou que a direita sergipana tinha virado fumaça de fogueira de São João, achou errado! O que parecia um terreiro vazio começa a virar palco de um verdadeiro grupo de nomes fortes, articulados e cheios de gás. Com um forró que mistura voto, articulação e muito xaxado estratégico, a turma conservadora está botando as botas de volta no chão batido e dançando no compasso da eleição de 2026.
E se tem alguém que sabe puxar esse arrasta-pé, esse alguém é Valmir de Francisquinho. Prefeito de Itabaiana pela terceira vez, Valmir não é apenas um fenômeno eleitoral: é praticamente uma usina de votos com DNA do agreste. Tem mais densidade que mingau de farinha no fogão de lenha e, ao contrário do que muita gente andava cochichando, Valmir está mais vivo do que nunca. Tá andando o interior todo, conversando, articulando e já botando pimenta malagueta no prato da disputa estadual. E quando ele vem, não vem só: trouxe o nome de Adailton Sousa pro jogo, outro ex-prefeito itabaianense que pode surpreender muita gente.
Agora, segura essa sanfona que Rodrigo Valadares vem puxando o fole com força! Deputado federal, valente, aguerrido e com o carimbo de Bolsonaro e Emília Corrêa no seu chapéu, Rodrigo não tá pra brincadeira. Respondeu com coragem os ataques maliciosos da imprensa sobre um suposto voto contra o povo: esclareceu, rebateu e ainda mandou a real: “quanto estão pagando pra inventar essas mentiras?”. Pode anotar: se tiver uma vaga só pro Senado, ele vai brigar até o último acorde do baião.
E se alguém ainda duvida da força da direita, é só olhar pro tabuleiro: o menino de ouro Ícaro de Valmir é hoje, sem sombra de dúvida, o deputado mais forte da bancada conservadora, com mais densidade eleitoral que muita liderança consagrada. Ícaro não é apenas o herdeiro político de Valmir, mas também o futuro da direita de Sergipe. E há rumores que ele pode vir de mala e cuia para o Republicanos.
Falando nisso, o Republicanos está virando o QG do conservadorismo sergipano, com nomes como o secretário André David, que mostrou força na última eleição e agora vem embalado por mais visibilidade, especialmente nas áreas de segurança pública. Enquanto isso, o Capitão Samuel, que migrou para o União Brasil, parece cada vez mais distante da base bolsonarista raiz. Sua mudança de partido sinaliza um reposicionamento político que, embora mantenha sua base fiel, o afasta da linha de frente da direita conservadora em Sergipe, até porque em Sergipe o UB é comandado por André Moura.
E olha, até o governador Fábio Mitidieri já começou a coçar a cabeça. Porque essa turma não tá de brincadeira. Eles vêm com o aval do povo, o cheiro do mato e a bênção da sanfona. Já se fala até em dobradinha presidencial com Tarcísio, o governador de São Paulo que, se vacilar, vem de voadora eleitoral com apoio de uma bancada nordestina pesada.
E pra quem duvidava, anote no caderninho da política: a direita sergipana não está só viva, está em construção, com cimento, concreto e voto! Os nomes estão postos, o time está sendo montado, e a fogueira já tá acesa. Valmir, Rodrigo, Ícaro, Samuel, André David, Adailton Sousa, Thiago de Joaldo, Emília, Ricardo Marque e cia, essa turma tá afinando o acordeon.
Prepare-se, Mitidieri: o W.O. que você sonhava já virou ficção. Agora, o que vem aí é uma disputa de verdade, com chapéu de couro, voto no bornal e um exército de conservadores subindo a ladeira. E como diria o sanfoneiro do Sertão: “o forró só começa quando o povo entra no salão!”
Comente aí: quem você acha que será o nome mais forte da direita em 2026? Quem dança melhor esse xote eleitoral: Valmir ou Fábio?





Uma resposta
Enquanto isso, nessa quadrilha junina sobrou foi pro zabumbeiro desafinado que nunca tocou no compasso correto! kkkkkk