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Acidentes na BR-101 saída de Aracaju disparam após retirada de passarela

Desde que a passarela foi retirada da BR-235, ali na altura do Atacadão, na saída de Aracaju, os acidentes viraram rotina. Todo santo dia tem ocorrência. E não é coincidência.

O DNIT garante que é tudo por um bem maior — a tal da modernização da estrutura. Beleza. Mas enquanto a estrutura nova não vem, pedestres cruzam uma rodovia federal com o coração na boca. Motoristas tentam não atropelar ninguém. E a sinalização? Quase nenhuma.

Ali é zona de guerra. E a culpa não é do povo — é de quem arrancou uma passarela de um ponto movimentado, sem garantir alternativa segura. A BR-101 (e a 235, que cruza ali) concentra mais de 30 mil veículos por dia, segundo o próprio DNIT. Ainda assim, o fluxo foi mantido como se nada tivesse mudado.

Travessia à moda Deus

A antiga passarela foi considerada fora dos padrões de segurança e acessibilidade. Ok. Mas tiraram a passarela sem deixar uma travessia segura enquanto isso? Não. O resultado: moradores atravessando no peito, ciclistas se arriscando no meio dos carros e motoristas desviando em cima da hora.

A obra até tem cronograma. O problema é que o perigo não espera cronograma. É ali, agora, que as pessoas estão sendo expostas.

Sinalização? Fiscalização? Ninguém viu

Moradores e motoristas estão na bronca. A falta de sinalização temporária adequada torna o cenário ainda mais perigoso. E, enquanto isso, a passarela definitiva não tem nem previsão concreta de entrega. Tudo fica no “estamos trabalhando nisso”.

E, claro, a PRF aparece… depois do acidente. Fiscalização preventiva que é bom, nada.

A pergunta que não quer calar

Se é pra fazer obra, tem que ter plano de contenção de risco. Se não tem, vira negligência.

Quem responde pelos atropelamentos? Pelos acidentes? Pelo caos? Até agora, só a população.


Quer saber o que mais o governo tá empurrando goela abaixo como “obra estruturante”? A gente vai continuar acompanhando.


🚨 Já passou por esse trecho? Teve perrengue também? Comenta aqui e manda pra frente. Se ninguém gritar, nada muda.


Fontes

  • DNIT (gov.br)
  • Infonet
  • Fanf1.com.br

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