A entrevista concedida por André Moura ao jornalista Tiago Hélcias é reveladora por si só. Revela não apenas o político experiente, com passagem marcante por Sergipe, Brasília e agora na gestão de um dos estados mais desafiadores do país, o Rio de Janeiro, mas também projeta claramente um pré-candidato que tem plena consciência do papel que pode cumprir em 2026, especialmente na disputa pelo Senado da República.
André Moura tem trajetória. Foi prefeito, deputado estadual, deputado federal, líder de governo no Congresso Nacional, papel que exige capacidade técnica, articulação política e habilidade de diálogo com diversas forças. Hoje, ocupa o cargo de secretário de Governo do Rio de Janeiro, uma função de peso que envolve articulações institucionais, relações com o Legislativo e coordenação de políticas públicas de alta visibilidade. Sua atuação é reconhecida, inclusive, por entregar resultados concretos, algo cada vez mais exigido pela sociedade.
Ao longo da entrevista, André se mostra comedido, mas objetivo. Evita embates desnecessários, posiciona-se com clareza sobre temas delicados e faz questão de enfatizar que sua prioridade é apresentar propostas e buscar resultados. Em tempos de radicalizações e discursos vazios, essa postura ganha ainda mais valor.
Ele também reafirma seus vínculos com Sergipe, seja por meio do trabalho de sua filha, a deputada Yandra Moura, seja pelas pontes institucionais que continua construindo em Brasília. André não rompeu com o Estado. Pelo contrário: continua presente, atuando, dialogando, mantendo canais abertos e estruturando alianças. Seu nome aparece nas primeiras posições das pesquisas de opinião, o que reflete, sim, capital político, mas também reconhecimento por sua trajetória.
Do ponto de vista eleitoral tem hoje, atributos raros: trânsito nacional, experiência de articulação em alto nível, um grupo político consolidado e maturidade institucional. E mais do que isso: um discurso centrado, que não ignora o ambiente polarizado, mas busca apontar caminhos possíveis para além do conflito. Isso, por si só, já o diferencia de muitos pré-candidatos.
A entrevista também destaca outro ponto essencial: André Moura é um político que aprendeu com os erros e amadureceu. Fala de família, de equilíbrio pessoal e da importância de conciliar vida pública e privada. É um tipo de discurso que humaniza, aproxima e constrói imagem de responsabilidade.
Sua presença na corrida eleitoral de 2026, portanto, deve ser lida com seriedade. Não se trata de um nome especulativo, nem de alguém tentando voltar à cena. André Moura está, sim, na cena e com credenciais sólidas para almejar uma cadeira no Senado. O que se coloca agora é uma escolha do eleitor: apostar novamente em quem conhece os caminhos da política institucional ou experimentar caminhos menos seguros.
A maturidade política dele demonstra hoje, associada ao seu histórico de entrega e articulação, o coloca entre os nomes mais preparados da atual conjuntura política sergipana. O apoio do governador Fábio Mitidieri pode vir a ser decisivo nesse cenário, mas é a trajetória e a capacidade de construir que o credenciam com mais força. André Moura não se apresenta como alguém em busca de palco. Se apresenta como alguém pronto para o trabalho e Sergipe, como sempre, precisa disso.





Uma resposta
CONHECI SEU PAI O EX DEPUTADO REINALDO MOURA PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SERGIPE E EX CONSELHEIRO DO TRIBUNAL DE CONTAS DE SERGIPE E SUA MÃE LILA MOURA EX SECRETÁRIA DE ESTADO E DEPUTADA ESTADUAL DO ESTADO DE SERGIPE . ANDRÉ MOURA É UM HOMEM MUITO INTELIGENTE E PESPICAIS . CUMPRE COMPROMISSOS E NÃO TRAI SEUS AMIGOS E NEM SEUS ELEITORES, PELO CONTRÁRIO HONRA COM A PALAVRA.