O Confiança entrou no Batistão com a esperança de fazer história. O Bahia, por outro lado, chegou como quem já sabia o roteiro da noite. O resultado? 4 a 1 para o Tricolor, que agora só precisa administrar a vantagem para levantar mais uma taça da Copa do Nordeste 2025.
Expectativas antes do apito
O roteiro inicial parecia promissor para o Confiança. Casa cheia, torcida empurrando, e a possibilidade de largar na frente contra um Bahia que entrou em campo com time misto. Só que a tal “cautela” de Rogério Ceni era apenas fachada: os reservas estavam mais afiados que nunca.
Já o Dragão apostava no fator local e na pressão psicológica. Mas bastaram três minutos para o primeiro balde de água fria.
O massacre começa cedo
Logo no início, Rodrigo Nestor cobrou escanteio perfeito e Lucho Rodríguez subiu sozinho para abrir o placar. O segundo gol veio com Willian José, ainda no primeiro tempo, e transformou a esperança azulina em pura tensão.
O Confiança até ensaiou reação, mas esbarrou na solidez defensiva e na frieza do rival. O Bahia parecia jogar em treino de luxo, controlando os espaços e castigando cada vacilo.

Tentativa de reação
O segundo tempo começou com lampejo do Confiança: Ronald Camarão descontou e o Batistão ensaiou acreditar. Só que a alegria durou menos que promessa de campanha. Rodrigo Nestor, em cobrança de falta cirúrgica, esfriou a reação. Nos acréscimos, Rezende fechou a conta: 4 a 1, e um banho de realidade.
Pós-jogo: confiança na raça, Bahia na certeza
O zagueiro Valdo, do Confiança, resumiu: “É difícil, mas vamos lutar até o fim”. Sincero. O problema é que o “fim” está logo ali, em Salvador, diante de uma Fonte Nova lotada e um Bahia com sangue nos olhos.
O time tricolor, mesmo com reservas, mostrou categoria, disciplina tática e confiança de campeão. O Confiança, por sua vez, depende agora de um milagre em escala bíblica: precisa vencer por três gols para levar a decisão aos pênaltis ou por quatro para virar o jogo na marra.
O próximo capítulo
O segundo jogo da final acontece no sábado, 6 de setembro, às 17h30, na Arena Fonte Nova. O Bahia pode perder por até dois gols de diferença e, ainda assim, levantar o troféu.
O Dragão sergipano terá que se reinventar. E, convenhamos, precisará muito mais que fé.
E você, acredita em milagre ou já pode gravar o nome do Bahia na taça? Comente abaixo e compartilhe a sua opinião. A final está só no intervalo, mas a lógica já parece escrita.
Fontes principais
- ge.globo.com
- Lance!
- Portal News




