Seleção tropeça nas Eliminatórias e aposta no “efeito Ancelotti” para evitar mais vexame
Se alguém ainda acha que vestir a camisa da Seleção é sinônimo de favoritismo, está preso num tempo que já virou pó. Hoje, contra o Paraguai, o Brasil entra em campo tentando não perder de novo — e torcendo para que Carlo Ancelotti comece, enfim, a entregar mais do que coletivas simpáticas.
O jogo, marcado para às 21h45 na Neo Química Arena, é mais que uma rodada qualquer das Eliminatórias da Copa de 2026. É uma espécie de exame de recuperação para um time que desaprendeu a ganhar. Em quinto lugar na tabela, atrás até do Equador (!), a seleção precisa mostrar que ainda sabe o caminho do gol — e da vitória.
O Brasil virou um time normal. E isso deveria assustar
Com seis vitórias, quatro empates e cinco derrotas em 15 jogos, a Seleção virou exatamente aquilo que sempre criticou nos outros: um time médio, burocrático e previsível. Contra o Equador, ficou num empate sem sal. Antes disso, foi derrotado por seleções que, há pouco tempo, seriam consideradas “sparrings”.
Mas o que esperar de um elenco que parece mais preocupado em mostrar o corte de cabelo novo no Instagram do que em acertar um passe de três metros?
Ancelotti assumiu com pompa. Mas até agora, a pompa não virou ponto.
Paraguai: o azarão com cara de surpresa
O Paraguai ocupa o terceiro lugar na tabela — e não por sorte. A seleção vem de uma sequência sólida, misturando raça com organização. Tradicionalmente enjoada, a equipe guarani já arrancou empates importantes e está de olho em mais um escorregão brasileiro.
Se tem um time que adora ver o Brasil em crise, é o Paraguai.
A matemática da vergonha: fora do G-4
Com apenas 22 pontos em 15 jogos, o Brasil está fora da zona de classificação direta. E não, não é exagero: se perder hoje, pode ver o risco de uma repescagem se transformar em realidade.
A pergunta que não quer calar: quando foi que a Seleção virou dependente de resultados alheios?
Hora de jogar bola. Ou calar de vez
Não adianta mais falar em “transição”, “processo”, ou “reestruturação”. A camisa pesa, sim, mas hoje ela tem sido mais fardo do que força.
O jogo contra o Paraguai não é só um desafio. É uma sentença: ou a Seleção acorda, ou vira coadjuvante na América do Sul.
E coadjuvante em Eliminatórias é turista na Copa.
O que você espera da estreia de Ancelotti em casa? O Brasil ainda impõe medo ou virou só mais um? Comente abaixo e compartilhe com aquele amigo que ainda vive de 2002.
Fontes principais:
- AS USA
- Sofascore
- Globo Esporte
- CONMEBOL




