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Canhoba ferve: prefeito Chrystophe Divino tenta empurrar sucessão familiar e irrita aliados

Decisão unilateral do prefeito acende luz amarela no grupo político. Ruídos internos já são ouvidos até na feira.

A política de Canhoba, em Sergipe, anda mais quente que o asfalto do centro às duas da tarde. O motivo? O atual prefeito Chrystophe Divino, aquele mesmo do ensaio fotográfico de cueca que viralizou no país, resolveu apostar alto: quer colocar um familiar direto como seu sucessor no comando da prefeitura.

Sim, você leu certo. Em vez de articular com o grupo que o ajudou a se manter no poder, o prefeito decidiu anunciar o nome da sucessão no estilo “quem manda sou eu” — e agora precisa lidar com as consequências.

Nos bastidores, o clima é de irritação disfarçada de silêncio. Fontes ouvidas pela nossa redação garantem que lideranças do próprio agrupamento político do prefeito não foram consultadas — nem sequer chamadas para um cafezinho. A crítica é direta: falta de diálogo e uma tentativa de empurrar o nome escolhido goela abaixo.

Quem bate palma?

A pergunta que ecoa entre aliados é simples: até que ponto a lealdade ao projeto de Chrystophe vai resistir a esse tipo de imposição? Afinal, há quem esteja com ele desde o começo, carregando bandeira, pedindo voto, apaziguando conflitos. Agora, esses mesmos nomes ficam sabendo pela imprensa — ou por fofoca de esquina — que o prefeito já tem um “ungido” da família para vestir a faixa.

E o mais curioso: o prefeito parece não ter percebido que, ao concentrar tanto poder e controle, está criando rachaduras que podem custar caro no futuro.

Uma sucessão ou uma dinastia?

A população de Canhoba pode até simpatizar com o nome indicado (ainda não oficializado), mas a forma como tudo está sendo conduzido levanta um debate incômodo: estamos diante de um projeto coletivo ou de uma dinastia familiar?

É claro que cada prefeito quer alguém de confiança para continuar seu legado. Mas quando a confiança se resume à árvore genealógica e o diálogo com o grupo vira monólogo, o risco é transformar força política em isolamento.

O jogo está aberto. E se Chrystophe Divino não recalcular a rota, pode descobrir que, em política, até os aliados mais fiéis têm limite.


E aí, canhobense, o que você acha dessa jogada do prefeito? Vai dar certo ou vai rachar o grupo? Deixa sua opinião nos comentários e compartilha com aquele amigo que já está de olho na eleição!


Fontes Principais:

  • Justiça Eleitoral (TSE)
  • Redes sociais do prefeito
  • Apuração própria da redação

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