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DAF da Segurança Pública se torna referência em gestão humanizada e clima leve de trabalho em Sergipe

Em um cenário em que a eficiência administrativa costuma caminhar ao lado de rotinas rígidas e ambientes tensos, o Departamento de Administração e Finanças da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe se destaca por um modelo diferente. O que se encontra ali não é apenas cumprimento de tarefas, mas a construção de um espaço de trabalho leve, respeitoso e funcional. Uma gestão que coloca pessoas no centro e resultados como consequência.

A mudança tem rosto e direção: o policial Bento, conhecido por colegas e servidores como Bentinho. Desde que assumiu o comando do DAF, ele transformou a rotina interna ao priorizar diálogo, confiança e autonomia profissional. A lógica aplicada é simples, mas rara no serviço público: menos pressão mecânica, mais engajamento humano. O resultado aparece na prática. As ausências por problemas de saúde são mínimas, a necessidade de atestados quase não existe e o ambiente segue produtivo mesmo nos momentos de maior demanda.

Quando surge a necessidade de trabalho extra, seja em finais de semana ou horários atípicos, ninguém aparece de má vontade. A equipe responde. Não há imposição, há colaboração. Não se trabalha pelo medo do chefe, e sim pelo respeito à liderança. É o que especialistas chamam de ambiente humanizado. Um lugar onde o servidor não é enxergado como número, mas como parte de um projeto. Onde horário não vale mais do que objetivo e onde o foco está na entrega, e não no relógio.

Esse formato de gestão só foi possível porque encontrou respaldo na instância superior. O secretário de Segurança Pública, João Eloy, confiou na condução de Bentinho e permitiu que a diretoria fosse organizada com autonomia, proximidade e foco no bem-estar institucional. Essa parceria administrativa tornou o DAF um ponto fora da curva dentro da máquina pública: eficiente sem ser opressor, produtivo sem ser pesado, respeitado sem ser autoritário.

Há diretores que passam e são esquecidos. Há diretores que passam e deixam rotina. E há os que passam e deixam legado. O trabalho realizado no DAF da SSP mostra que modernizar um órgão não exige apenas troca de cadeiras, mas mudança de mentalidade. Humanizar não é afrouxar, é fortalecer. Um servidor satisfeito produz mais, cria mais, responde mais e erra menos. É matemática simples aplicada com sensibilidade.

Encerrar o ano com esse reconhecimento não é bajulação. É constatação. O DAF da Segurança Pública virou referência porque provou, na prática, que é possível trabalhar com seriedade sem perder a leveza. Que a administração pública pode ser firme sem ser fria. Que é possível fazer gestão com pessoas, e não apesar delas. Que esse exemplo inspire outros setores e secretarias a revisarem seus métodos. Porque quando o ambiente respeita o servidor, o servidor respeita o resultado. E o serviço público inteiro ganha

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