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Edivaldo e Valmir: bons gestores, rifados pelos seus aliados e ainda sonhando alto

Você sabia que Edvaldo Nogueira e Valmir de Francisquinho compartilham mais do que mandatos e votos? Pois presta atenção nessa tríade política digna de roteiro.

Primeiro: os dois têm lastro de gestão. Edvaldo já comandou Aracaju em diferentes momentos e acumulou capital político — mesmo que, convenhamos, o brilho tenha dado uma leve apagada nos últimos tempos. Já Valmir? Esse sim tem uma base fiel e um histórico robusto em Itabaiana. Foi três vezes prefeito, tem apelo popular e conhece o varejo da política como poucos.

Segundo ponto em comum: ambos perderam espaço nos seus próprios agrupamentos. Edvaldo, que já teve uma bancada sólida, agora enfrenta um distanciamento constrangedor de aliados que antes cantavam em sua cartilha. Valmir, por sua vez, ajudou a eleger figuras que hoje preferem silenciar sobre seu nome — o caso de Emília Corrêa é o mais notório. Nada como o jogo político para mostrar que gratidão não é moeda corrente em Sergipe.

Por fim, os dois ainda têm um objetivo ousado: chegar ao Palácio Olímpio Campos. Edvaldo nunca escondeu que tem esse desejo. Valmir foi além: tentou em 2022, teve a candidatura indeferida, mas não perdeu o fôlego. Continua sendo nome forte — principalmente no interior — e mantém viva a possibilidade de um novo voo estadual.

E onde essa história toda começa e termina? Em Itabaiana. Cenário político de paixões, lealdades voláteis e sonhos que, vez ou outra, tropeçam na realidade.


E você, acha que Valmir ainda tem capital pra disputar o Governo? E Edvaldo, teria chance num cenário estadual? Comenta aí e compartilha!

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