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Edvaldo Nogueira mira o governo de Sergipe? Rumores de aliança com Rogério Carvalho movimentam bastidores

Edvaldo Nogueira está prestes a virar o grande enigma da política sergipana em 2026. Embora tenha anunciado que será candidato ao Senado pelo PDT, os bastidores já apostam em outra jogada. Com a chapa governista cada vez mais inclinada a apoiar Alessandro Vieira e André Moura, Edvaldo anda politicamente isolado. E onde há vazio, há movimentação.

Rumores indicam que ele poderia abandonar o barco governista e buscar abrigo num projeto alternativo, possivelmente ao lado de Rogério Carvalho, do PT. A costura não seria simples, mas abriria espaço para uma candidatura ao governo do estado. E mais: reposicionaria Edvaldo no centro do tabuleiro.

Isolamento ou ambição?

Edvaldo foi prefeito de Aracaju por dois mandatos, é experiente e tem voto. Mas desde que deixou o comando da capital, vem tentando se manter no jogo majoritário. Declarou publicamente sua intenção de concorrer ao Senado, mas viu o espaço ser tomado por nomes como André Moura e Alessandro Vieira, que têm o apoio da base governista e ocupam espaços estratégicos nas alianças de 2026.

O resultado é visível: Edvaldo anda solitário. Suas últimas movimentações, especialmente viagens pelo interior de Sergipe, são lidas como tentativas de viabilizar um novo projeto. Um que não dependa do grupo que hoje o marginaliza nas decisões.

Uma aliança com Rogério?

É nesse vácuo que entra Rogério Carvalho. O senador petista já se colocou como opção para disputar o governo. Mas falta a ele uma chapa competitiva e lideranças regionais com voto consolidado fora do PT. É aí que Edvaldo pode entrar.

Uma aliança entre os dois uniria experiência, tempo de TV, capital político em Aracaju e presença nacional do PT. Ainda não houve anúncio formal, mas bastidores do PT e do PDT já sussurram essa possibilidade nos corredores.

O problema é que esse acordo exigiria concessões de ambos os lados. Rogério teria que abrir espaço para Edvaldo disputar o governo ou aceitar ser vice numa chapa comandada por ele. Nenhum dos dois demonstrou esse tipo de flexibilidade até agora.

Desafios no caminho

A movimentação de Edvaldo não é simples. Para disputar o governo com chances reais, ele precisa:

  • Sair do isolamento e reunir apoio de prefeitos e lideranças locais
  • Resolver seu futuro partidário, já que o PDT pode não ter estrutura suficiente para bancar uma campanha majoritária
  • Se posicionar com mais firmeza, porque hesitar agora é correr o risco de ficar sem nada em 2026

Além disso, Alessandro Vieira e André Moura já se movimentam com o apoio do Palácio do Governo. Romper com esse grupo pode significar romper com parte do eleitorado que ainda enxerga Edvaldo como aliado do atual governador.

O que está em jogo

A verdade é que Edvaldo está diante de um dilema. Aceita um papel secundário na disputa pelo Senado, correndo risco de derrota, ou se arrisca numa candidatura ao governo onde pode ter protagonismo mas também uma queda dolorosa?

A política de Sergipe está longe de ser previsível. E se tem algo que 2026 promete é embate. Edvaldo pode ser a peça surpresa que reconfigura o jogo — ou o político que errou na leitura e ficou pelo caminho.

O tempo vai dizer. Mas os bastidores já começaram a falar alto.


E você, acha que Edvaldo deveria se lançar ao governo? Ou seria melhor insistir no Senado? Comente e compartilhe sua opinião. O debate é seu.


Fontes Principais: Faxaju, NE Notícias, Destaque Notícias, Infonet, Rede Alese

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