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Sucupira troca água por poeira: só 10 dias de abastecimento no mês e prefeita finge que não é com ela

Se você mora no povoado Sucupira, em Dores, já aprendeu a fazer milagre: transformar 10 dias de água em 30 dias de sobrevivência. A matemática é cruel, mas real. A cada mês inteiro, só cai água na torneira durante 10 dias. Nos outros 20, é cada um por si — e a prefeita de braços cruzados.

Enquanto a população improvisa balde, cisterna e oração, a prefeitura não cobra da Iguarda, responsável pelo abastecimento. E a pergunta ecoa nas casas, nas ruas, nos grupos de WhatsApp: cadê a água, prefeita? Cadê o pulso firme para defender o povo?

A realidade: 10 dias de água, 20 de improviso

Isso não é um “problema pontual”, como alguns políticos adoram dizer. É uma rotina humilhante. Não se trata de falta de planejamento: o que falta é vergonha e ação.

Sucupira virou exemplo do que acontece quando o poder público trata o povo como estatística. Água é direito básico, mas em Dores parece ser artigo de luxo.

Iguá lava as mãos. Literalmente.

A empresa responsável pelo abastecimento, a Iguá, não tem entregado o serviço mínimo esperado. E o que faz a prefeitura? Nada. Nem uma cobrança pública, nem uma nota de repúdio, nem uma ação judicial. Silêncio. Conivência.

Se o abastecimento fosse cortado no bairro da prefeita, o problema duraria quantos dias?

Prefeita some e a população se vira como pode

A prefeita, que deveria ser a primeira a levantar a voz, segue no modo avião. Sucupira virou um povoado esquecido — não pela história, mas pelo governo.

Será que estão esperando o povo ir protestar na porta da prefeitura, balde na cabeça, pra chamar atenção?

A pergunta que não quer calar: cadê a água?

Cadê a água de Sucupira, prefeita? Cadê a pressão na Iguá? Cadê o respeito com quem paga imposto?

Porque aqui vai um lembrete básico: água é vida. E quando o poder público falha nisso, está negando o básico da dignidade humana.


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Você mora em Sucupira ou conhece alguém que passa por isso? Compartilhe essa matéria. Quem sabe, assim, a prefeita acorda.


Fontes Principais:

  • Relatos da população local
  • Registro de abastecimento (testemunhos)

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