Circulou recentemente a tese de que o deputado federal Gustinho Ribeiro estaria enfrentando uma crise de liderança dentro do Republicanos de Sergipe. A narrativa, recheada de suposições e especulações de bastidores, tenta pintar um cenário de fragilidade que, na prática, não resiste à realidade política dos últimos dias.
Ao contrário do que foi divulgado, Gustinho tem intensificado sua articulação política durante todo o ciclo junino, marcando presença estratégica em diversos municípios sergipanos. Entre forró, quadrilha junina e outros, fechou importantes apoios, consolidando o Republicanos como uma das siglas mais competitivas do estado para 2026.
Prova disso é a aliança selada com o ex-prefeito Padre Inaldo, figura central em Nossa Senhora do Socorro. E não para por aí: a deputada estadual Carminha Paiva, o prefeito de Moita Bonita e a prefeita de Umbaúba também já estão em rota de alinhamento com o projeto do Republicanos. São lideranças com densidade eleitoral, influência regional e capacidade de mobilização, atributos fundamentais para qualquer sigla que pretenda eleger não apenas um, mas dois deputados federais, como é o plano atual do Republicanos sob sua condução.
O texto ainda tenta sugerir que o pastor Heleno Silva estaria prestes a sair da sigla. Outra inversão de cenário: Gustinho, na verdade, trabalha com a possibilidade real de reconstruir a base do Republicanos no Sertão, com Heleno podendo compor uma dobradinha com o deputado estadual Chico do Correio. Essa articulação, inclusive, responde a uma necessidade que até os adversários reconhecem: o Sertão está hoje sem representação federal sólida e Gustinho quer preencher esse vácuo político.
Outro ponto citado foi o deputado federal Ícaro de Valmir, como se sua vinda para o Republicanos dependesse da saída de Gustinho da presidência estadual. Isso simplesmente não é verdade. O próprio Ícaro já reconheceu publicamente o convite feito por Gustinho, e considera fortemente a possibilidade de se filiar ao partido. Em vez de desagregar, Gustinho está fazendo o oposto: agregando nomes fortes, costurando apoios amplos e mantendo o comando com habilidade e maturidade política.
Nacionalmente, o Republicanos também cresce. Com a possibilidade real de lançar Tarcísio de Freitas à Presidência da República em 2026, a sigla se posiciona como um dos principais partidos de centro direita no Brasil. Em Sergipe, o reflexo disso é um partido estrategicamente articulado, com presença em todas as regiões e com chances reais de ampliar sua bancada federal.
Dizer que Gustinho Ribeiro está enfraquecido é, no mínimo, não conhecer os bastidores da política sergipana ou então torcer para que a realidade seja diferente do que se vê nas ruas, nos eventos, nas festas, nos gabinetes e, sobretudo, nas alianças que ele segue firmando com firmeza e coerência.
Gustinho não está isolado. Está cercado por lideranças. E se os adversários confundem silêncio estratégico com ausência de força, é melhor que atualizem suas análises. Porque o Republicanos está se preparando, e Gustinho, com sua habilidade de articulação, segue liderando o grupo com a mesma determinação que o trouxe até aqui e que o manterá no centro do jogo político em 2026. Quem aposta no seu enfraquecimento pode acabar dançando quadrilha sozinho




