Com a solenidade de quem sabe o peso do cargo e a leveza de quem domina a arte do diálogo, o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, deputado Jeferson Andrade (PSD), conduziu com maestria a reabertura dos trabalhos legislativos. Nada de cerimônia vazia: Jeferson abriu os trabalhos com discurso firme, olhos nos desafios do segundo semestre e ouvidos atentos às vozes da população e dos parlamentares.
A retomada não foi apenas simbólica. Já no primeiro dia, o presidente pautou o essencial: desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, orçamento do estado, transparência no reajuste da tarifa de água e diálogo com o Fisco. Recebeu o secretário da Casa Civil, abriu espaço para as categorias e deu o recado: “A Casa está aberta ao debate, ao trabalho e à busca de soluções reais para o povo sergipano.”
Sob sua liderança, a Alese vem se consolidando como um Parlamento ativo, respeitado e produtivo. E se o ritmo continuar como começou, o segundo semestre promete ser quente, eficaz e histórico.
JEFERSSON ANDRADE (PSD): O PRESIDENTE ESTADISTA – Com a calma de quem já viu de tudo e a firmeza de um verdadeiro líder, Jeferson Andrade deu início aos trabalhos com um discurso otimista e pé no chão. Falou de desenvolvimento, de geração de emprego, de diálogo com o Fisco e ainda cobrou transparência no reajuste da tarifa de água. E mais: recebeu o secretário da Casa Civil com a diplomacia de um estadista. Se a política fosse um tabuleiro de xadrez, Jeferson já teria dado xeque-mate antes mesmo da primeira jogada.

MANUEL MARCOS (PSD): O EMBAIXADOR DAS CHUVAS – De volta do Sertão com cheiro de terra molhada e alma lavada, Manuel Marcos subiu à tribuna com a fé de um sertanejo e a voz de um trovão. Celebrou as chuvas como quem vê milagre. “Homem do campo não quer esmola, quer enxada na mão e céu nublado”, disse. Quase fez chover dentro do plenário de tanta emoção. Mandou bem!
IBRAIN DE VALMIR (PV): O GUERREIRO DO HOSPITAL DO AMOR – Com o coração na ponta da fala, Ibrain fez apelo aos colegas: “Bora mandar emenda pro Hospital do Amor, minha gente!” Lembrou do pai, emocionou geral e mostrou que política também é cuidar de quem sofre. Disse que já foram mais de R$ 1,2 milhão investidos e que ainda falta apoio pra ala infantil oncológica. Foi direto, sincero e tocante. Palmas para ele.

CARMINHA PAIVA (Republicanos): A GUARDIÃ DO SUS – No Dia Nacional da Saúde, Carminha Paiva mostrou por que seu nome virou sinônimo de cuidado. Desfilou uma lista de leis aprovadas como quem entrega troféus: dignidade menstrual, direitos dos autistas, proteção a pessoas com doenças renais e muito mais. E ainda está com projeto na agulha pra incluir micropigmentação no SUS pra mulheres que enfrentaram o câncer. Se fosse hospital, Carminha era o Albert Einstein com alma de posto de saúde do interior: técnica com coração.
CRISTIANO CAVALCANTE (UB): O DEFENSOR DAS CRECHES – Cristiano chegou falando de criança e terminou falando de futuro. Comemorou a segunda etapa do programa AMEEI como quem ganhou na Mega-Sena. “Mais creches, mais dignidade, mais futuro!”, disse, destacando a obra em Capela, no povoado Miranda, com mais de R$ 3 milhões de investimento. Deputado que pensa em criança merece aplauso em pé.
GEORGEO PASSOS (Cidadania): O FISCAL DE VERDADE – Georgeo não perdoa. Cobrou, exigiu, lembrou, deu nome aos bois e ainda trouxe vídeo de agressão covarde em festa. Rebateu silêncio do Governo sobre o reajuste dos servidores e disse: “Cadê o projeto, Fábio?” Ainda deu recado pra SSP: “Segurança privada não é licença pra bater!” Foi o xerife da sessão. Se houvesse medalha de coragem parlamentar, era dele.
LINDA BRASIL (PSOL): A DEFENSORA DOS DIREITOS HUMANOS – Em aparte com Georgeo, Linda Brasil deixou o plenário em silêncio. Denunciou execução policial de pai e filho em casa errada. “Isso não é segurança, é barbárie”, cravou. Com dados na mão e empatia na voz, fez o alerta: “Estamos entre os estados com mais mortes por ação policial no Brasil.” Saiu aplaudida. E com razão.

ÁUREA RIBEIRO (Republicanos): A VOZ DOS DIABÉTICOS – Áurea foi emoção pura. Com vídeo, depoimento e até aplauso do plenário, ela lançou o Cartão de Identificação da Pessoa com Diabetes, fruto da sua lei aprovada este ano. “Cuidar da vida não é luxo, é dever”, disse, com lágrimas nos olhos. E o médico convidado cravou: “Esse cartão salva vidas.” Foi uma aula de política com propósito.
Enquanto alguns ainda estavam espreguiçando do recesso, a turma da Alese já voltou com tudo: cobrança, emoção, projeto, denúncia, drone, carro-pipa e até citações bíblicas. E no comando da orquestra, ele: Jeferson Andrade, o maestro do plenário, segurando o batuta com firmeza, serenidade e muito respeito ao povo sergipano.




