Quem mora em Nossa Senhora do Socorro já se acostumou com a cena: domingo chega, a feira do conjunto João Alves lota, e o trânsito trava. É carro parado, buzina sem fim e gente reclamando. O problema não é novo, mas a bronca só cresce porque a SMTT de Socorro parece assistir de camarote ao caos se repetir semana após semana.
Feira grande, estrutura pequena
A feira é um dos principais pontos de movimento da cidade, mas nunca recebeu um plano de mobilidade decente. Ruas estreitas, vendedores ocupando parte da via, motoristas tentando se virar no improviso. Resultado: um engarrafamento digno de horário de pico em plena manhã de domingo.
Onde está a SMTT?
A bronca do povo é clara: faltam agentes de trânsito organizando a bagunça. Enquanto isso, motoristas se estressam e pedestres se arriscam. Alô, Alan Mota — a eleição já passou, mas o cargo ficou. E quem está no comando da SMTT precisa, no mínimo, aparecer para mostrar serviço.
Trânsito é qualidade de vida
Não se trata apenas de um incômodo momentâneo. O trânsito desorganizado afeta comerciantes, consumidores e moradores do bairro, que ficam reféns do engarrafamento para sair de casa. Organizar a feira e o fluxo viário deveria ser prioridade, mas até agora, parece que falta vontade política para enfrentar o problema.
Se a gestão de Socorro não acordar para isso, todo domingo vai seguir no mesmo ritmo: buzina, reclamação e gente se perguntando até quando o improviso vai mandar no trânsito da cidade.
E você, que enfrenta esse trânsito no domingo, já perdeu quanto tempo parado no engarrafamento da feira? Comente e compartilhe — talvez assim a bronca chegue mais rápido na SMTT.
Fontes Principais
- Reclamações da população local
- Observação do cenário em dias de feira





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