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Valmir consolida liderança e carisma em Itabaiana

Itabaiana não é cidade de unanimidade fácil. Quem conhece o Itabaiana sabe. É terra de comércio duro, povo desconfiado, eleitor que cobra resultado como quem confere troco na feira. Justamente por isso, quando quase 72% da população diz “tá aprovado”, não é elogio de ocasião. É carimbo.

A pesquisa do Instituto França, feita agora em dezembro, não deixa muito espaço para interpretação criativa. Valmir de Francisquinho fechou o primeiro ano do seu terceiro mandato com 71,98% de aprovação. Traduzindo para o português claro do agreste: de cada dez itabaianenses, sete estão dizendo “continue”. Apenas 16,83% desaprovam. O resto observa, pondera ou prefere esperar. Política também é isso.

Mas o dado que realmente chama atenção não é só o número seco. É o mapa. Tem localidade com 100% de aprovação, como a Agrovila. Em Rio das Pedras, Mangabeira, Ribeira, Pé do Veado, Terra Dura e Zanguê, os índices passam fácil dos 80%. Até na sede, onde a cobrança costuma ser mais barulhenta, Valmir mantém 71% de aprovação. Zona urbana e zona rural falando a mesma língua. Em Sergipe, isso não é comum.

Quando se olha a avaliação da gestão, o recado fica ainda mais claro. As notas “ótimo” e “bom” somam 61,38%. Já “ruim” e “péssimo” ficam em 13,20%. O restante classifica como regular, que em ano um de mandato não é crítica, é expectativa. O eleitor está dizendo “tô gostando, mas continua”.

Esses números não caem do céu nem brotam de discurso em palanque. Eles refletem obra entregue, programa social funcionando, presença administrativa e eventos que movimentaram a economia local. Valmir entendeu algo que muitos ainda fingem não saber: governar não é só gerir planilha, é ocupar o território com ação concreta.

Itabaiana virou vitrine. Não só pelo que faz, mas pelo jeito que faz. Valmir governa como quem conhece o chão onde pisa. Sem pose, sem espetáculo desnecessário, sem terceirizar responsabilidade. Isso explica por que ele deixou de ser apenas um prefeito forte de Itabaiana e passou a ser visto como liderança estadual. Não por marketing. Por resultado.

No segundo ano de mandato, Valmir entra com respaldo, moral elevada e um detalhe que incomoda adversários: aprovação espalhada, homogênea, difícil de atacar. Em política, isso significa tempo, fôlego e autoridade para decidir.

No fim das contas, a pesquisa não diz apenas que Valmir vai bem. Ela manda um recado maior. Sergipe está olhando para Itabaiana. E Itabaiana está dizendo, em voz alta, que liderança se constrói com trabalho. O resto é promessa velha em palanque novo.

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