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Blind Date Notícias

O Estado deve, o credor espera e Fábio oferece 40% de desconto na dívida!

O governo Fábio Mitidieri encontrou uma fórmula curiosa para negociar dívidas judiciais: quem tem R$ 100 mil para receber pode aceitar R$ 60 mil e abrir mão de R$ 40 mil. É o deságio de 40% previsto nos acordos de precatórios do Estado e da Deso, com inscrições até 22 de outubro. O cidadão vence na Justiça, espera anos e ainda recebe a oportunidade de dar desconto ao devedor. É uma liquidação às avessas: quem deve faz a promoção e quem tem direito ao dinheiro paga a diferença.

Em 2025, segundo o TJSE, 1.394 credores se inscreveram, 1.154 foram habilitados e 1.106 receberam pagamentos até dezembro. Os créditos quitados por acordo direto somaram R$ 239,8 milhões em valores brutos. Agora, Fábio precisa explicar quanto o Estado deve, quanto pretende pagar e quanto economizará com os descontos. Porque anunciar acordo é bonito. Mostrar a dívida completa, pelo visto, exige uma coragem que nem toda propaganda institucional consegue fabricar.

Precatório não é presente de governador. É obrigação reconhecida pela Justiça. A adesão é voluntária, mas muitos credores podem aceitar perdas por necessidade. E tem mais: o edital não permite adesão parcial nem garante pagamento imediato. O cidadão abre mão de 40% e ainda aguarda sua vez. Se fosse promoção de loja, o consumidor perguntaria onde está o Procon. Como envolve dinheiro público, ganha nome sofisticado: acordo direto.

Fábio Mitidieri precisa abrir as contas e explicar quem realmente ganha nessa operação. A negociação é legal, mas legalidade não dispensa transparência. O governo pode comemorar economia. O credor, entretanto, perde parte do valor reconhecido judicialmente. Em Sergipe, inventaram uma matemática extraordinária: o Estado deve, o cidadão espera, o governo oferece menos e ainda apresenta a operação como solução. Só falta pedir ao credor que agradeça pelo desconto que concedeu ao próprio governo!

Santinho virou boleto, e candidato agora reza para não receber a multa. O Ministério Público Eleitoral ajuizou 38 ações por derramamento irregular de santinhos. Teve candidato espalhando tanto papel que parecia estar distribuindo ração para galinha. Agora o MP quer multa máxima. O sujeito pediu voto de porta em porta e pode receber a cobrança em casa. Em Sergipe, até santinho virou assombração. O candidato pediu uma bênção e ganhou um possível boleto!

Rony Almeida, o amigo que deixou saudades I. Sergipe se despede de José Rony Silva Almeida, um homem que exercia autoridade sem perder a sensibilidade. No Ministério Público, conquistou respeito. Entre os amigos, cultivou afeto. Rony não precisava de arrogância para demonstrar firmeza. Sabia que a grandeza de uma pessoa não se mede pelo cargo, mas pela saudade que deixa. Hoje, o Ministério Público está de luto. E quem conheceu Rony sabe que sua ausência será sentida muito além dos tribunais.

Rony Almeida, o amigo que deixou saudades II. A morte do ex-procurador-geral de Justiça Rony Almeida entristeceu o Ministério Público de Sergipe e reacendeu lembranças de uma trajetória marcada pela amizade, simplicidade e respeito. Em homenagens feitas ainda em vida, Eduardo d’Ávila Fontes declarou: “Não somos uma dupla sertaneja, mas somos uma dupla que deu certo na amizade”. Cristina Foz Mendonça destacou sua personalidade: “Uma pessoa de bom trato e tranquila”. Rodomarques Nascimento o definiu como “um amigo sincero e fraterno”. Celso Luís Dórea Leó exaltou “a cordialidade da amizade e não da inimizade”. Jorge Murilo Seixas de Santana ressaltou: “Um dos traços da administração de Rony foi a simplicidade”. Já Ana Christina Souza Brandi sintetizou: “Você foi equilíbrio e intensidade, foi serenidade e vigor”. Palavras pronunciadas em 2018 que, diante de sua partida, ganham ainda mais significado. Rony deixa uma história de serviços prestados à sociedade e, sobretudo, a lembrança de um homem que soube transformar colegas em amigos.

Precatório: aplicativo voa, mas o dinheiro vem montado num jegue. O Tribunal de Justiça atualizou orientações sobre o aplicativo de acordos de precatórios do Estado e da DESO. O credor aperta botão, confirma senha e espera o dinheiro aparecer. A tecnologia é moderna, mas a espera ainda parece do tempo do telegrama. Tem sergipano que entrou no processo com cabelo preto e já está esperando o pagamento para comprar tintura. O aplicativo é digital. A paciência do credor é que virou patrimônio histórico!

Pedra Mole: gratificação de 100% fez até o contracheque ficar desconfiado. O Tribunal de Contas suspendeu dispositivo municipal que permitia gratificações de até 100% para servidores efetivos. A decisão foi unânime. Imagine um adicional capaz de dobrar os vencimentos! O TCE resolveu examinar a legalidade antes que a folha virasse uma festa junina permanente. Em prefeitura, dinheiro público exige fundamento jurídico. Se bastasse generosidade, prefeito distribuía gratificação junto com bolo, refrigerante e lembrancinha de aniversário!

MarIA chegou ao TCE, e contrato milionário já pode começar a suar. A inteligência artificial do Tribunal de Contas respondeu a 3.480 consultas entre junho e outubro. Excelente avanço! Agora falta colocar MarIA para examinar contratos milionários, despesas curiosas e aditivos que crescem mais que massa de pão. Imagine a inteligência artificial lendo determinado orçamento e perguntando: “Meu filho, esse preço inclui o prédio ou só o cafezinho?” Em Sergipe, tem justificativa administrativa tão criativa que até robô pode pedir férias!

Trezentos mil eleitores sumiram, e os candidatos querem até o telefone da sogra. Sergipe registrou 300.851 abstenções, equivalentes a 17,32% do eleitorado. Agora Lula e Flávio disputam a atenção de quem nem apareceu na urna. O cidadão passou o domingo sossegado e virou celebridade eleitoral. Daqui a pouco aparece político oferecendo carona, almoço e até ajuda para carregar a feira. Em Sergipe, quem faltou à votação corre o risco de receber mais visita que aniversariante com bolo e guaraná!

Fábio ganhou quatro anos, mas a torneira continua sem reconhecer a vitória. Reeleito com 59,27% dos votos válidos, Fábio Mitidieri recebeu um mandato renovado e muitas cobranças. A urna reconheceu sua vitória, mas não resolveu as filas da saúde, as reivindicações dos professores nem a falta de água. O governador pode comemorar à vontade. Só não pode esquecer que o sergipano não toma banho com percentual eleitoral nem prepara café com discurso de vitória. Marketing pode até vender esperança. Torneira seca, infelizmente, não compra!

Valmir perdeu a eleição, mas 459 mil votos não cabem debaixo do tapete. Valmir de Francisquinho conquistou 459.908 votos na disputa pelo governo. Tem adversário imaginando o homem aposentado, numa rede em Itabaiana, comendo amendoim e contando histórias. Só esqueceram um detalhe: quase 460 mil votos não cabem numa rede. A derrota exige reorganização, mas a votação permanece como dado político relevante. Em Sergipe, tem gente organizando o enterro eleitoral do adversário antes mesmo de conferir se o defunto recebeu o convite!

Lula tem vantagem em Sergipe, mas voto não vem com escritura de cartório. Lula recebeu 856.019 votos no primeiro turno, contra 417.839 de Flávio Bolsonaro. A diferença é expressiva, mas eleição não é terreno registrado em cartório. Tem prefeito prometendo cinquenta mil votos, vereador garantindo dez mil e coordenador jurando que controla até o eleitorado da família da sogra. Na reunião, todo mundo é dono de uma multidão. Quando abrem as urnas, às vezes aparecem o sujeito, a mulher, dois cunhados e um vizinho que votou errado!

André Moura perdeu o Senado em Sergipe, mas o telefone continua tocando no Rio. Depois de conquistar 377.669 votos e ficar fora do Senado, André Moura passou a atuar nas articulações da campanha de Douglas Ruas ao governo fluminense, conforme a cobertura sergipana. Uma possível participação em futuro governo ainda é hipótese. André saiu das urnas sem mandato, mas não abandonou as conversas políticas. Em Sergipe, tem adversário imaginando que derrota significa aposentadoria. Só esqueceram de avisar ao telefone, que aparentemente continua fazendo hora extra!

TSE chama Lula e Flávio, e advogado já quer instalar uma rede no tribunal. Nunes Marques convocou representantes das campanhas para reunião nesta terça-feira. O levantamento aponta pelo menos 85 processos envolvendo os candidatos na primeira semana do segundo turno. É tanta ação que os advogados praticamente mudaram para Brasília. Lula reclama de Flávio, Flávio reclama de Lula e o Judiciário recebe a papelada. O eleitor esperava propostas, mas ganhou um campeonato de petições. Se processo rendesse voto, escritório de advocacia já estaria disputando o Planalto!

Edvaldo ficou fora da lista de Fábio e pode estar procurando o próprio convite. Fábio Mitidieri começou a discutir nomes para a Prefeitura de Aracaju em 2028, mas Edvaldo Nogueira não apareceu entre as alternativas mencionadas. Isso não comprova rompimento, mas provoca perguntas sobre seu espaço político. Na política sergipana, às vezes ficar fora de uma lista incomoda mais que perder uma eleição. É como organizar aniversário, convidar o bairro inteiro e esquecer justamente quem ajudou a comprar o bolo. Edvaldo ainda não saiu da festa, mas vale conferir se seu nome está na portaria!

Janones criou um Exército, mas esqueceu que soldado digital também enfrenta juiz. O canal Exército do Lula, administrado por André Janones, virou alvo da campanha de Flávio Bolsonaro. Nunes Marques determinou a suspensão, posteriormente revertida por Ricardo Villas Bôas Cueva. A análise técnica não confirmou os conteúdos falsos alegados no período examinado, dentro de seus limites. Janones colocou nome de tropa na internet e acabou numa batalha jurídica. Em Brasília, até exército virtual precisa consultar advogado antes de marchar. E sem ordem judicial ninguém sabe quem toca a corneta!

Flávio apareceu sem áudio, e a televisão descobriu o candidato do cinema mudo. Uma falha técnica deixou a propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro sem som. O TSE apontou o problema e o SBT corrigiu informação inicialmente atribuída a outra instituição. Imagine preparar discurso, ensaiar expressão e aparecer na televisão mexendo apenas a boca. Em Sergipe, alguém certamente perguntaria: “Rapaz, quem desligou o gogó desse homem?” A campanha preparou argumentos, mas o público recebeu uma aula de leitura labial. Charles Chaplin teria gostado da homenagem involuntária!

Flávio marca 50% em Brasília, mas a urna nacional não mora na Esplanada. Pesquisa Quaest divulgada em 12 de outubro apontou Flávio Bolsonaro com 50% e Lula com 40% no Distrito Federal. O resultado retrata aquele levantamento regional, não uma projeção nacional. Em Brasília, onde até cafezinho vira debate político, os números renderam conversa. Mas o Brasil tem eleitor muito além dos gabinetes e ministérios. Tem apoiador que vê uma pesquisa regional e já começa a medir cortina do Palácio do Planalto. Calma, criatura, o país não termina na Praça dos Três Poderes!

Linda Brasil teve 44 mil votos, mas a cadeira continua esperando uma sentença. Linda Brasil conquistou 44.384 votos para a Assembleia Legislativa, mas a controvérsia jurídica envolvendo a federação PSOL/Rede mantém a situação eleitoral em discussão. O caso depende da aplicação das regras eleitorais e das decisões judiciais. Para o eleitor, parece uma dessas novelas que acabam o capítulo na melhor parte. A candidata apresenta a votação, o eleitor procura o mandato e a Justiça ainda precisa definir o desfecho. Em Sergipe, até cadeira parlamentar parece precisar de senha para entrar!

PT pede investigação de Nunes Marques, e Brasília já colocou outra panela no fogo. Deputados petistas solicitaram ao STF investigação envolvendo Nunes Marques e o caso Master. O pedido, por si só, não significa investigação aberta nem irregularidade comprovada. Mas a temperatura política subiu. Em Brasília, basta uma petição para aparecerem dez entrevistas e vinte especialistas de ocasião. É tanta polêmica que a capital parece cozinha de restaurante em horário de almoço. Em Sergipe, diriam que a panela está fervendo tanto que até a tampa contratou advogado!

PL troca o comando, mas precisa verificar se o ônibus ainda tem roda. A reorganização do Partido Liberal em Sergipe ganhou força após o primeiro turno. Luizão DonaTrampi passou a presidir a legenda no estado, enquanto o comando municipal de Aracaju entrou nas articulações. O desafio é transformar mudanças de direção em organização partidária. Porque trocar presidente sem resolver divergências internas é como mudar motorista de ônibus com pneu furado. O passageiro olha a novidade, sorri para o motorista e pergunta: “Meu filho, esse negócio agora vai andar?”

Fábio venceu, e já tem deputado escolhendo a cadeira de presidente da Assembleia. A sucessão na Alese entrou nas articulações governistas. Paulo Júnior declarou que acompanhará a indicação política de Fábio Mitidieri e Jeferson Andrade. A escolha formal, porém, pertence aos deputados. O governador ainda comemora a reeleição, enquanto alguns parlamentares já fazem contas para a Mesa Diretora. Em Sergipe, mal termina uma campanha e começa outra. Tem deputado que nem desfez o palanque, mas já está pesquisando o preço de uma cadeira giratória!

Água no caminhão, promessa no palanque e o sertanejo esperando a torneira funcionar. A dependência de caminhões pipa continua presente em municípios sergipanos. A distribuição emergencial atende necessidades imediatas, mas não substitui obras estruturais. O sertanejo precisa de abastecimento regular, não de viver consultando a agenda do caminhão. Anunciar frota como solução definitiva seria confundir emergência com política pública. Em Sergipe, o cidadão não quer saber se o caminhão é bonito ou novo. Quer abrir a torneira e encontrar água, não uma promessa com placa de inauguração!

Simão Dias: vereador elege a Mesa, mas a Justiça pede para conferir a conta. Uma decisão judicial provisória suspendeu os efeitos da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Simão Dias. A medida ainda pode ser revista e não encerra definitivamente a controvérsia. Enquanto isso, a disputa ganha novo capítulo. Em algumas câmaras, a eleição termina quando o último voto é contado. Em outras, o presidente precisa primeiro descobrir se a cadeira está liberada pelo juiz. É tanto suspense que o gabinete já poderia cobrar ingresso para acompanhar a novela!

Lagarto: a urna falou, e cada grupo contratou um intérprete diferente. O resultado eleitoral colocou Sérgio Reis e Gustinho Ribeiro no centro das avaliações políticas. Fábio Reis obteve vantagem expressiva sobre Gustinho no município, revelando a força das articulações locais, sem significar o desaparecimento político de qualquer grupo. Agora cada lado interpreta a votação conforme seus interesses. Em Lagarto, a matemática eleitoral é uma ciência curiosa: quando o número ajuda, é vitória histórica; quando atrapalha, vira resultado que precisa ser contextualizado. A urna conta votos, mas político adora contar histórias!

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