Blind Date Notícias apresenta os candidatos que faltavam
O Blind Date Notícias de hoje abre espaço para todos os candidatos a deputado federal e estadual de Sergipe que ainda não haviam passado pela coluna. São dezenas de nomes, histórias, profissões, apelidos, bandeiras e sonhos políticos. Tem delegado, pastor, professor, médico, motorista, empresário, agricultor, cantor e candidato com nome tão criativo que parece ter sido escolhido durante uma feira em Itabaiana.
Durante duas semanas, jornalistas e estagiários pesquisaram redes sociais, registros eleitorais, entrevistas, campanhas anteriores e fatos públicos para descobrir quem é quem nessa multidão de pretendentes. O resultado é uma radiografia leve, dinâmica e bem sergipana: aqui, cada candidato ganha nome, rosto e história, porque ninguém merece chegar à urna pensando que determinada criatura apareceu ali por geração espontânea.
A edição cumpre um princípio simples: isonomia eleitoral não é falar apenas dos favoritos, dos ricos ou dos donos de palanque. É apresentar todos, do conhecido ao estreante, do medalhão ao cidadão que ainda precisa explicar até para o vizinho que virou candidato. Agora é com você: leia, conheça, dê risada e descubra quem pretende representar Sergipe e quem ainda está procurando no GPS o caminho de Brasília.

Tathiane põe o transporte na pauta. Tathiane Araújo defende transparência e acessibilidade no transporte público sergipano. A candidata entra em um assunto que mexe diretamente com o trabalhador, principalmente aquele que enfrenta ônibus cheio, demora no ponto e tarifa apertando o bolso. Transporte virou tema tão disputado que já tem mais candidato dentro dessa pauta do que passageiro sentado no coletivo.
Missionária Gisele e Everaldo fazem dobradinha. A candidata do Republicanos fortaleceu sua parceria eleitoral com Everaldo Vieira para unir bases, apoiadores e agendas de campanha. Em eleição proporcional, dobradinha funciona como casamento político sem lua de mel: um apresenta o outro, os dois tiram fotografia e cada qual confere, de canto de olho, se o eleitor decorou o seu nome. É união diante das câmeras e concorrência silenciosa quando a urna abre a porta.
Katarina volta à origem. Delegada Katarina Feitoza participou de reunião da Adepol com delegados e candidatos ligados à segurança pública. Ela defendeu valorização profissional e políticas para fortalecer a Polícia Civil. Com mandato federal, Katarina retorna à categoria onde construiu sua identidade pública. É como quem sai de casa para Brasília, mas volta para lembrar onde deixou a farda.

Augusto César entra na roda. Delegado Augusto César participou do encontro promovido pela Adepol e colocou a segurança pública no centro de sua campanha. Valorização dos policiais, estrutura das delegacias e condições de trabalho apareceram entre os principais assuntos. Para quem ainda busca espaço federal, é uma vitrine temática bem definida: o eleitor já sabe de onde ele veio; agora quer saber para onde pretende levar a polícia.
Mário Leony aparece entre os delegados. Delegado Mário Leony também participou do encontro da Adepol. Ligado ao PSOL, divide a experiência policial com um campo político diferente daquele ocupado por boa parte dos candidatos da segurança. Leony mostra que delegado também pode virar para a esquerda sem precisar ligar a sirene.
Márcio põe o PAC na urna. Márcio Macedo destaca os investimentos do Novo PAC em Sergipe e cita mais de R$ 465 milhões destinados à saúde. A campanha menciona unidades básicas, Caps e novas policlínicas previstas para Lagarto, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro. Ex-ministro, Márcio tenta transformar sua passagem pelo Governo Federal em credencial para Brasília. O PAC entra com as obras e ele espera sair com os votos.
Fábio Reis vai para o campo. Fábio Reis afirma ter destinado aproximadamente R$ 50 milhões para máquinas, implementos agrícolas, estradas vicinais e pavimentação. Deputado experiente e ligado politicamente a Lagarto, apresenta as emendas como prova de trabalho pelo interior. No campo, máquina prepara a terra; na eleição, emenda prepara o discurso.

Diná e os R$ 3,1 milhões. Diná Almeida recebeu R$ 3,1 milhões do Fundo Eleitoral, segundo dados divulgados do DivulgaCand. O valor colocou sua candidatura no centro da discussão sobre a distribuição dos recursos do PL. Diná entrou na campanha com o cofre abastecido. Agora precisa mostrar se o dinheiro vai produzir voto ou apenas santinho com acabamento de luxo.
Moana e os R$ 3 milhões. Moana Valadares recebeu R$ 3 milhões para sua campanha federal e passou a ocupar o debate sobre a divisão do Fundo Eleitoral dentro do PL. O repasse contrasta com os valores destinados a outros candidatos da legenda. Em campanha, dinheiro não compra eleição sozinho, mas evita que o candidato faça caminhada com o tanque na reserva.
Breno entra na briga do mapa. Breno Garibalde criticou o acordo relacionado aos limites territoriais entre Aracaju e São Cristóvão. Vereador da capital, ele encontrou uma pauta que envolve arrecadação, serviços públicos e identidade municipal. Breno entrou na eleição discutindo onde termina uma cidade e começa a outra. Na política sergipana, às vezes nem o mapa escapa da campanha.
Irmã Mabel aposta no cuidado. Irmã Mabel constrói sua candidatura em torno da assistência social e da chamada Rede do Cuidado. Sua parceria com Alessandro Vieira procura ampliar o alcance político e territorial da campanha. Mabel oferece cuidado numa eleição em que boa parte dos candidatos parece precisar de atendimento intensivo para conseguir voto.
Jorginho amplia apoios e entra na briga do Centro-Sul. Jorginho Araújo recebeu o apoio do Sindivigilante de Sergipe e da companheira Juliana do Manão, em Umbaúba. Na região Centro-Sul, disputa espaço até com aliados do governador Fábio Mitidieri, como André da Graça. É a política sergipana em sua forma mais pura: todos cabem na fotografia do mesmo grupo, mas, quando chega a hora do voto, cada qual cerca o próprio terreiro. Jorginho chega com vigilante de um lado, apoio regional do outro e o olho aberto até durante abraço de aliado.

Fiote leva o sobrenome artístico para a urna. Everton Souza Nascimento, o Fiote, é pai do cantor Natanzinho Lima e carrega reconhecimento vindo de fora da política tradicional. A ligação familiar desperta curiosidade e ajuda na apresentação ao eleitor. Música enche praça, mas voto exige outra afinação: o eleitor pode gostar do artista e ainda pedir para o pai cantar a própria proposta.
Anderson leva Itabaiana e Frei Paulo para a disputa. Anderson de Zé das Canas construiu sua identidade política no Agreste e aposta na ligação com Itabaiana para ampliar sua presença estadual. Em terra de feira forte e política quente, sobrenome familiar abre conversa, mas é a proposta que precisa fechar o negócio.
Claudio Luis leva o microfone para Brasília. Claudio Luis Apresentador é jornalista e redator, profissões que lhe deram experiência com comunicação e contato com o público. Sua campanha recebeu recursos do Fundo Eleitoral e doações de pessoas físicas. Acostumado a apresentar notícias, agora precisa apresentar a si mesmo sem deixar o eleitor trocar de canal.
Coronel Mano movimenta a tropa. Ildomário Santos Gomes, o Coronel Mano, é militar reformado e constrói sua candidatura a partir da experiência na segurança pública. Sua prestação de contas apontava aproximadamente R$ 201,5 mil arrecadados e R$ 117,7 mil em despesas contratadas. Mano conhece comando, estratégia e hierarquia. Só precisa lembrar que eleitor não recebe ordem: recebe proposta.

Davi Valença aposta no digital. Aos 23 anos, Davi Valença ganhou projeção por meio da produção de conteúdo político ligada ao MBL e participou da organização do partido Missão em Sergipe. Representa uma geração que chega à campanha com celular, vídeo curto e discurso pronto para algoritmo. É jovem o bastante para fazer política pelo aplicativo e velho o suficiente para descobrir que curtida não entra na urna.
Daía leva o campo para a eleição. Maria Antonia dos Santos, a Daía, é trabalhadora rural, nasceu em São Cristóvão e possui formação superior. Sua trajetória aproxima a candidatura das lutas do campo e dos trabalhadores. Daía conhece a terra onde se planta; agora tenta descobrir em qual terreno político seu voto pode brotar.
Deivisson estreia pelo Novo. Deivisson Santos de Jesus tem 32 anos, declarou a ocupação de empresário e estreia na disputa federal. Sua candidatura carrega o discurso de gestão e renovação associado ao Novo. Empresário entende de receita e despesa; na política, descobrirá que promessa costuma aparecer no ativo e explicação no passivo.
Mateus leva a juventude da UP. Mateus Henriques de Souto tem 29 anos e declarou ocupação de estudante, bolsista ou estagiário. Representa a Unidade Popular, legenda ligada aos movimentos sociais e à organização das periferias. É o retrato do jovem que entrou na política antes de conseguir entrar no financiamento do apartamento.

Marleide leva o escritório para a política. Marleide Santos nasceu em Aracaju, tem 50 anos e declarou a ocupação de auxiliar de escritório. Sua trajetória aproxima a candidatura do trabalhador que conhece salário, horário, formulário e boleto. Se organização de papel resolvesse Brasília, auxiliar de escritório já deveria presidir comissão.
Marcos Franco veste a camisa do PSB. Marcos Leite Franco Sobrinho integra a chapa federal do PSB e busca apresentar sua experiência e suas ideias ao eleitorado sergipano. Numa eleição cheia de sobrenomes conhecidos, sua missão é construir identidade própria. Porque até Franco precisa explicar tudo com clareza.
Marquinhos Fontes quer fazer a campanha jorrar. Marcos Antônio Fontes da Silva, o Marquinhos Fontes, disputa pelo PSDB e tenta levar sua experiência pessoal ao debate federal. O desafio é transformar reconhecimento local em mensagem estadual. Fonte ele já tem no sobrenome; agora precisa fazer jorrar proposta.
Susane ganha o apoio de Emília. A jornalista Susane Vidal recebeu o apoio público da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa. Susane apresenta como prioridades mulheres, juventude, emprego, saúde e desenvolvimento. Jornalista está acostumada a fazer pergunta; candidata precisa mostrar que também sabe entregar resposta.

Deysy aposta nas redes. Deysy Lima Costa, de Carmópolis, utiliza Instagram e TikTok como instrumentos de campanha. A candidata integra o partido Missão e procura conversar com um eleitorado jovem e conectado. No digital, todo mundo consegue aparecer; o difícil é fazer o seguidor largar o vídeo e procurar o nome na urna.
Isaac entra pela engenharia. Isaac Gomes de Santana Junior, o Engenheiro Isaac, integra a chapa federal do Missão ao lado de Deysy Lima e Davi Valença. A profissão oferece uma identidade ligada a planejamento, infraestrutura e solução de problemas. Engenheiro calcula fundação; candidato precisa calcular se sua base política aguenta o peso da campanha.
Clécia ocupa várias plataformas. Clécia dos Santos Oliveira Carvalho, a Dra. Clécia, é servidora pública municipal e mantém presença no Facebook, X, Threads e YouTube. A candidata aposta numa comunicação espalhada por diferentes redes. Está em tanta plataforma que só falta abrir perfil no ponto de ônibus.

Jeanne leva sua formação para a política. Dra. Jeanne Lima disputa pelo Cidadania e integra a federação partidária ao lado de André Sotero. O título de doutora chama atenção, mas o eleitor quer conhecer o diagnóstico e, principalmente, a receita que ela propõe para Sergipe.
Emanuelly fortalece o interior. Emanuelly Hora realizou mobilizações e abriu comitês em cidades como Tobias Barreto e Itabaianinha. Também defende maior representação feminina na Câmara. A estratégia mostra uma candidatura que procura crescer pelo interior, onde eleitor não se conquista apenas com postagem: precisa chegar, tomar café e ouvir a história até o fim.
Eliana leva a sopa para a urna. Eliana da Sopa disputa pelo MDB usando um nome popular, construído na convivência comunitária. A candidatura aposta na proximidade com o povo. Na política sergipana, a sopa pode ser servida quente, mas o eleitor só engole promessa depois de provar o tempero.
Edileuza fala para o trabalhador. Edileuza Sá Melo apresenta propostas relacionadas à valorização profissional e intensifica visitas pelo estado. Candidata do Novo, procura aproximar o discurso liberal da realidade de quem trabalha. O eleitor quer valorização no contracheque, porque elogio do patrão ainda não paga supermercado.
Elber leva Aracaju na bagagem. Defensor público e vereador da capital, Elber Batalha lançou a campanha com o mote “Aracaju conhece, Sergipe merece”. Sua candidatura aposta na experiência municipal e na atuação jurídica. Aracaju realmente conhece; agora cabe descobrir se Sergipe inteiro aceita a recomendação.

Emerson leva a medicina ao debate. Dr. Emerson associa sua candidatura à experiência profissional e às pautas sociais defendidas pelo PSOL. A saúde oferece espaço para propostas sobre atendimento, prevenção e valorização dos trabalhadores. Médico sabe que sintoma não é diagnóstico; político também deveria aprender.
Cátia entra com a força da esquerda. Dra. Cátia Justo representa o PCdoB na Federação Brasil da Esperança. Sua candidatura carrega bandeiras como direitos sociais, trabalho e presença do Estado. Agora precisa traduzir o discurso partidário para a linguagem da rua, onde o eleitor não pede tese: pede solução.
Ícaro tenta voltar a voar para Brasília. Ícaro de Valmir, deputado federal e filho de Valmir de Francisquinho, retorna à disputa pelo Republicanos. Ele carrega votação anterior expressiva e base política conhecida no Agreste. Ao contrário do personagem da mitologia, precisa voar perto do eleitor e longe da cera derretida das promessas.
Pastor Heleno leva o púlpito para a campanha. José Heleno da Silva trabalha o eleitorado evangélico como uma de suas bases e já dividiu agendas com aliados no interior. Fé ajuda a mover montanhas; para mover voto, porém, também precisa de caminhada, proposta e sola de sapato.
Thiago tenta renovar o mandato. Thiago de Joaldo chega à eleição exercendo mandato de deputado federal. Sua experiência parlamentar oferece estrutura, visibilidade e discurso de continuidade. Quem já está em Brasília não precisa explicar o caminho; precisa justificar por que merece nova passagem.

Alberto leva a Barra para Brasília. Ex-prefeito da Barra dos Coqueiros, Alberto Macedo construiu sua base política no município e procura ampliar essa experiência para a disputa federal. Administrar cidade ensina que inauguração rende fotografia, mas buraco sem conserto também guarda memória.
Levi leva o mandato municipal à campanha. Vereador de Aracaju, Levi Oliveira destaca emprego e geração de oportunidades. Suas agendas procuram ampliar a base para além da capital. A campanha tenta mostrar que o gabinete municipal pode ganhar passagem para Brasília sem perder o sotaque de Aracaju.
Gedalva volta à estrada eleitoral. Gedalva Umbaúba leva no nome a ligação com o município onde construiu sua identidade pública. Com experiência em eleição anterior, tenta ampliar a conversa para além de sua base. Umbaúba já está no sobrenome político; agora o desafio é colocar Sergipe inteiro na agenda.
Nalldo leva Amaro para a chapa. Erinaldo Santos Silva, o Nalldo Amaro, utiliza um nome associado à convivência comunitária. O apelido ajuda a abrir portão, puxar conversa e ganhar aquele café servido sem cerimônia. Mas proposta é o que transforma simpatia em voto, porque urna não aceita “gente boa” como número de candidato.
Vagner Gastão entra pelo PDT. Vagner Dantas Rodrigues integra uma chapa ao lado de nomes como Nalldo Amaro, Beatriz Andrade, Bruna Teles, Caju e Pastora Tânia. Em nominata cheia, cada candidato precisa encontrar seu próprio lugar na fotografia. Senão, vira figurante na campanha dos colegas.
Pastora Tânia leva a fé à campanha. Pastora Tânia integra a chapa federal do PDT e procura dialogar com o eleitorado cristão. A liderança religiosa oferece proximidade com comunidades e famílias. No púlpito, a palavra pede amém; na urna, precisa pedir voto.
João Daniel ganha apoio artístico. Deputado ligado aos movimentos sociais e à agricultura familiar, João Daniel recebeu apoio de representantes do meio artístico. O petista tenta somar cultura, campo e militância. É uma mistura que pode dar música, discurso e, se a afinação ajudar, voto.

Mafy carrega família e militância no nome. Mafilza Silva Gomes, a Mafy de Ygor Gomes, utiliza uma referência familiar como identidade eleitoral. A candidatura se vincula às pautas sociais do PT. Nome de família aproxima; projeto político precisa conquistar a vizinhança inteira.
Benizário leva a universidade para a campanha. Professor de ensino superior, Benizário associa sua candidatura à educação, à ciência e à valorização docente. Professor está acostumado a corrigir prova; agora quer ajudar a corrigir o poder público.
Rodrigo Santos integra o Missão. João Rodrigo Santos Melo compõe a chapa federal do partido. O nome da legenda já entrega uma responsabilidade grande: quem entra no Missão precisa explicar qual é a missão antes que o eleitor encerre a operação.
Luiz Fernando representa a juventude. Aos 21 anos, Luiz Fernando declarou a ocupação de estudante e ensino superior incompleto. É um dos candidatos mais jovens da disputa. Tem idade para conhecer os problemas da nova geração e juventude suficiente para acreditar que Brasília ainda aceita atualização.
João Marcelo leva gestão à campanha. Com formação superior e ocupação declarada de gerente, João Marcelo apresenta uma trajetória associada a planejamento e administração. Gerenciar campanha já dá trabalho; imagine orçamento público, base aliada e promessa pedindo aumento.
Jonmhara completa a chapa do Missão. Jonmhara integra o grupo de candidatos federais lançados pelo partido em Sergipe. Sua tarefa é mostrar identidade própria numa legenda jovem. Missão recebida; falta saber se será cumprida.

Kel Guimarães leva nutrição para a política. Ketry Silva Guimarães Leitão é nutricionista e pode aproximar sua candidatura da saúde preventiva, alimentação e qualidade de vida. Na política, dieta equilibrada seria cortar gordura, excesso de promessa e açúcar no discurso.
Sil Ribeiro leva o PDT para a rua. Silvaneide Ribeiro de Souza reforça a presença feminina na chapa federal do partido. Sil é nome curto, cabe no santinho, na faixa e até no grito apressado da carreata. Agora precisa encher as três letras de propostas, porque eleitor sergipano guarda apelido ligeiro, mas também sabe cobrar até promessa feita na porta da padaria.
Galo assume o volante. Carlos Henrique Silva de Sá, o Galo Motorista, trabalha no transporte coletivo e conhece ponto, atraso, lotação e a paciência de quem depende de ônibus. Se chegar à tribuna, não poderá dizer que desconhece o aperto do trabalhador.
Danielle leva a segurança à mesa. Danielle Garcia também participou do encontro da Adepol que reuniu delegados, candidatos e representantes da Polícia Civil. A discussão passou pela valorização profissional, estrutura das delegacias e políticas de segurança. Quando delegado se reúne em período eleitoral, até o cafezinho presta depoimento.
Clever entra no debate policial. Delegado Clever Farias participou do encontro da Adepol e ouviu as reivindicações da categoria. Candidato a deputado estadual, ele constrói sua identidade política sobre a experiência na Polícia Civil. O nome já promete esperteza; agora o eleitor quer saber se as propostas também são “clever”.
Ribeiro faz da PM sua pauta. Coronel Ribeiro possui 32 anos de serviços prestados à Polícia Militar e chegou ao comando-geral da corporação. Sua campanha destaca valorização profissional, legislação e investimentos em segurança. Ribeiro conhece hierarquia e ordem unida, mas na política cada aliado marcha para um lado quando começa a contagem dos votos.

Alice levanta a oncologia infantil. Alice Caroline colocou a oncologia pediátrica entre as principais bandeiras de sua campanha. Ela defende ampliação da estrutura de atendimento e maior proteção às crianças em tratamento contra o câncer. É uma pauta que exige seriedade, investimento e humanidade, porque doença infantil não pode esperar discurso terminar nem eleição passar.
Gracinha, uma liderança com história. Maria das Graças Souza Garcez, a Gracinha Garcez, já exerceu o mandato de deputada estadual em diferentes oportunidades e construiu uma trajetória política fortemente ligada a Itaporanga d’Ajuda, onde é reconhecida como uma liderança de peso. Servidora pública aposentada, conhece a administração por dentro e a Assembleia pelo caminho das pedras. Gracinha não chega para perguntar onde fica o plenário: já conhece a tribuna, os corredores e até a velocidade com que um processo anda quando ninguém resolve dar um empurrãozinho. Em política, ela não está aprendendo a fazer café; já sabe até quem gosta com açúcar e quem só aparece quando sente o cheiro.
Camilo planta a campanha. Camilo Daniel realizou uma atividade que reuniu carreata e plantio simbólico. Ligado ao PT, ele procura associar política, participação popular e meio ambiente. Plantou a muda diante das câmeras; agora precisa cuidar para a proposta não secar depois da eleição.
Pastor Diego ganha força com discurso firme e defesa dos evangélicos. Conservador, ligado ao segmento cristão e cada vez mais presente no debate público, Pastor Diego desponta como um forte candidato à Assembleia Legislativa. Ele criticou os acontecimentos recentes no Supremo Tribunal Federal e procurou representar o eleitor insatisfeito com a atuação da Corte. Também recorreu à Polícia Federal após um comentário publicado nas redes sociais contra evangélicos, demonstrando que não pretende tratar intolerância religiosa como simples briga de internet. Com posicionamento claro, coragem para enfrentar temas nacionais e forte identificação com sua base, Diego aponta o dedo para Brasília e mostra que, se depender de disposição, chegará à Assembleia com voz, firmeza e Bíblia debaixo do braço.

Adroaldo entra pelo PSD. Adroaldo Alves tem 32 anos, formação superior e utiliza as redes sociais como uma das ferramentas de campanha. Integra uma legenda com nomes experientes e bases municipais estruturadas. É jovem numa chapa de veteranos: precisa correr para não terminar a campanha carregando a mala dos caciques.
Adailton procura espaço no PSD. Adailton Martins integra uma chapa com nomes conhecidos e bases políticas consolidadas. Seu desafio é construir identidade própria dentro de uma legenda cheia de figurões. É como chegar ao almoço de uma família grande: se não puxar assunto depressa, termina a sobremesa sem ninguém perguntar seu nome.
Alan carrega Mundinho no nome. Alan de Mundinho utiliza a referência familiar como cartão de apresentação política. Em Sergipe, sobrenome e apelido abrem portas, mas o eleitor também quer saber o que existe depois da árvore genealógica. Mundinho ajuda na lembrança; Alan precisa mostrar o próprio mundo de propostas.
Ana Luiza busca voz própria. Ana Luiza representa o Republicanos e amplia a participação feminina na chapa estadual. Sua missão é apresentar causas, projetos e identidade ao eleitor. Nome na urna é apenas o começo; biografia política se escreve andando, conversando e ouvindo reclamação sem olhar o relógio.
Ana Paula veste o vermelho. Ana Paula integra a chapa do PT e se associa às pautas sociais, aos trabalhadores e à presença feminina na política. A candidata precisa mostrar que não está apenas completando a fotografia da convenção. Em eleição proporcional, até a estrela precisa produzir luz própria.

Benária leva Bocão à urna. Benária de Bocão entra pelo PL com um nome eleitoral ligado à família e à comunidade. O apelido oferece reconhecimento, mas ela precisa transformá-lo em causas concretas. Bocão pode render conversa; o eleitor quer ouvir o que Benária tem a dizer.
Beth receita saúde para a política. Beth da Saúde faz da área sanitária sua principal identidade pública. O nome eleitoral já informa a causa; resta detalhar como pretende enfrentar filas, carência de profissionais e atendimento precário. Na saúde, diagnóstico sem tratamento vira papel de gaveta.
Breno procura abrir caminho. Breno Silveira integra o Republicanos e tenta construir espaço numa chapa competitiva. Para deixar de ser apenas mais um nome, precisará apresentar território, causa e proposta. Em eleição proporcional, quem não marca posição corre o risco de virar passageiro no ônibus do partido.
Bolsonaro Sergipano aposta no nome. O candidato utiliza uma referência direta ao bolsonarismo para converter identidade ideológica em voto. A estratégia deixa clara sua posição política, mas cria uma pergunta inevitável: quem é o sergipano por trás do Bolsonaro estampado na urna?
Kitty mantém a causa animal no centro. Kitty Lima construiu sua carreira política defendendo os animais e também atua em pautas sociais. Candidata à reeleição, possui uma bandeira reconhecida e um eleitorado identificado com a causa. Cachorro e gato não votam, mas seus tutores formam uma bancada emocional difícil de ignorar.
Lidiane leva medicina e mandato à campanha. Dra. Lidiane Lucena é médica e deputada estadual. Após a reorganização partidária, passou a integrar o grupo União Progressista. Ela conhece tanto o estetoscópio quanto o microfone da Assembleia; o eleitor decidirá qual dos dois ouviu melhor o coração do povo.
Luciano busca novo mandato. Ex-prefeito de Itabaiana e deputado estadual, Luciano Bispo é um dos políticos mais experientes do Agreste. Possui base municipal, trajetória administrativa e conhecimento das engrenagens partidárias. Luciano já conhece todos os atalhos da política; resta saber se o eleitor ainda quer seguir pelo mesmo caminho.
Marcelo Sobral muda de camisa. Marcelo Sobral passou a integrar o União Brasil no processo de reorganização partidária da Assembleia. Parlamentar experiente, aposta na força municipal e na estrutura do novo bloco. Na política, trocar de camisa é comum; o eleitor só quer saber se o jogador continuará defendendo o mesmo time.

Antônio Bala, a força jovem de Laranjeiras. Antônio Bala desponta como um dos expoentes da juventude sergipana e surge como forte candidato à Assembleia Legislativa. Jovem, acessível e reconhecido como uma pessoa de boa índole, ele carrega a responsabilidade de representar Laranjeiras e defender as necessidades de sua população. Sua participação em encontros nos bairros América e Novo Paraíso, ao lado de lideranças como Cláudio Mitidieri, Vinícius Porto e Lila Moura, demonstra capacidade de diálogo e articulação. Bala ele já tem no nome; disposição, juventude e compromisso com Laranjeiras também não parecem faltar.
Marcell entra pelo PSD. Marcell de Maim é empresário e chega à eleição tentando transformar experiência profissional e relações locais em representação parlamentar. Aos 39 anos, procura espaço entre candidatos com mandato e máquinas municipais. Empresário entende de investimento; agora precisa provar que voto não é aplicação de renda fixa.
Fábio Henrique leva Socorro à disputa. Ex-prefeito de Nossa Senhora do Socorro e político experiente, Fábio Henrique possui uma base construída no segundo maior colégio eleitoral do estado. Conhece administração, campanha e oposição. Em Socorro, não precisa perguntar onde fica a rua; precisa explicar para onde pretende levar Sergipe.

Gislane veste a camisa do PL. Gislane Figueiredo integra uma chapa identificada com o campo conservador. Seu desafio é apresentar trajetória e prioridades próprias dentro de uma legenda de nomes barulhentos. Para aparecer nesse coral, não basta acompanhar o refrão.
Hilda leva experiência municipal à campanha. Hilda Ribeiro é conhecida pela atuação política municipal e disputa uma vaga pelo PP. Sua trajetória local serve como cartão de visitas numa eleição em que território pode valer mais que discurso de estúdio. Quem conhece prefeitura sabe que promessa bonita também precisa caber no orçamento.
Jeferson tenta mostrar que pode. Jeferson Souza disputa pelo Podemos e precisa construir uma marca própria. O partido já fornece o verbo; agora o candidato tem de completar a frase com propostas. “Podemos” anima a campanha, mas o eleitor sempre pergunta: podemos fazer o quê?
Netinho veste a camisa do União. Netinho Guimarães integra o grupo de deputados ligado à Federação União Progressista. Parlamentar conhecido no interior, aposta na experiência e nas alianças municipais para renovar o mandato. Em política, união ajuda muito, principalmente quando cada aliado leva junto uma urna cheia.
Pato Maravilha muda de lago. Pato Maravilha passou a integrar o União Brasil e tenta fortalecer sua candidatura dentro do novo bloco partidário. O nome continua sendo um dos mais curiosos da política sergipana. Pato sabe nadar, andar e voar; candidato sonha mesmo é aprender a multiplicar voto.
Giovanni veste a camisa do União. Giovanni Oliveira procura transformar a estrutura partidária em presença eleitoral. O desafio é unir nome, território e proposta antes que a urna separe os competitivos daqueles que entraram apenas para completar o elenco.
Gildo leva Boquim no nome. Gildo de Boquim assume no próprio nome eleitoral sua base territorial. A estratégia facilita a identificação no Sul sergipano. Agora precisa mostrar que representa Boquim sem colocar uma cerca no restante do estado.

Givaldo leva o Garção para a campanha. Givaldo Garção aposta num nome de fácil identificação. O apelido ajuda o eleitor a lembrar, mas não substitui projeto. Na política, a conta sempre chega à mesa e quem paga é o cidadão.
Gleiton procura território no Republicanos. Gleiton Medeiros entra numa legenda com candidaturas conhecidas e precisa mostrar sua própria base social e municipal. A eleição proporcional é uma corrida dentro e fora do partido: além de enfrentar adversários, o candidato precisa escapar do abraço apertado dos aliados.
Gugu Liberato entra pelo Avante. O nome eleitoral chama atenção pela coincidência com o apresentador falecido, mas se refere a um candidato sergipano. A lembrança é imediata e praticamente dispensa propaganda. Só falta explicar se pretende abrir a porta dos esperançosos ou apenas entregar táxi para Brasília.
Halaerio representa Lagarto. Halaerio do Povo é advogado, natural de Lagarto e declarou patrimônio de R$ 2,4 milhões. O nome eleitoral procura transmitir proximidade popular, enquanto a formação jurídica reforça o discurso de preparo. É “do povo” com patrimônio respeitável, prova de que o povo também sonha alto.
Idalino vem de Gararu. Idalino Souza é servidor público aposentado, possui formação superior e carrega a identidade política de Gararu. Sua experiência com a administração pode aproximá-lo das demandas do funcionalismo e do interior. Aposentado do serviço, mas não da vontade de entrar na política.
Iraílton serve o trabalhador. Iraílton Matias dos Santos declarou a ocupação de garçom e patrimônio de R$ 2,5 mil. Representa quem serve muita gente e quase nunca é servido pelo poder público. Na política, está acostumado a ver a conta cair na mesa errada.

Itamar negocia espaço no PL. Itamar Alves dos Santos é corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. Nascido em Viçosa, Alagoas, disputa uma vaga na Assembleia sergipana. Corretor sabe vender oportunidade; agora precisa convencer o eleitor de que mandato não é imóvel na planta.
Jejê produz campanha e conversa sobre saúde. Jeilson Souza Santos, o Jejê Produções, é agente de saúde e sanitarista. Carrega experiência próxima das comunidades e do atendimento básico. Produção está no nome; o eleitor quer saber qual será o roteiro para melhorar a saúde pública.
Jéssica leva Dona Vera no nome. Jéssica de Dona Vera utiliza uma identificação familiar e territorial como marca eleitoral. Em município pequeno e comunidade próxima, dizer de quem é filha ajuda mais que apresentar currículo plastificado. Dona Vera abre a conversa; Jéssica precisa entregar o conteúdo.
Jô leva o Mosqueiro à eleição. Joselita Conceição Santos de Santana, a Jô do Mosqueiro, nasceu em Aracaju, tem 60 anos e trabalha como técnica de enfermagem. A candidata leva para a política a experiência da saúde e a identidade de sua comunidade. Quem trabalha na enfermagem sabe que cuidar do povo exige mais que discurso e fotografia.
Joel mistura música e política. Joel Fernandes Cantor Camelô é natural de Lagarto, cantor, compositor e possui formação superior. A candidatura reúne arte, comércio popular e experiência de rua. Joel já sabe conquistar plateia; agora precisa descobrir se eleitor pede bis ou troca de candidato.

Josivaldo cavalga pela inclusão. Josivaldo da Equoterapia coloca no próprio nome a defesa de uma prática terapêutica ligada à reabilitação e às pessoas com deficiência. A causa oferece identidade clara à candidatura. Cavalo ajuda no tratamento, mas projeto político precisa andar com as próprias pernas.
Padre Inaldo mistura fé e administração. Inaldo Luis da Silva tem formação superior e declarou a ocupação de administrador. A combinação reúne púlpito, planilha e política. Rezar pelo orçamento ajuda; fechar as contas exige calculadora.
Pastor Alexandre leva a sala e o púlpito. Alexandre Soares da Silva é pastor, professor do ensino médio e possui formação superior. A candidatura reúne experiência religiosa e educacional. Está acostumado a pedir atenção tanto aos fiéis quanto aos alunos; agora precisa saber se o eleitor fez a lição de casa.
Pastor Jadson entra pelo Avante. Jadson Alves utiliza a liderança religiosa como principal referência pública. A campanha procura aproximar fé, comunidade e representação política. O partido manda avançar; o pastor espera que o eleitor responda amém.
Pastor Marcos veste a camisa do MDB. Marcos Farias Correia leva a experiência religiosa para uma legenda tradicional da política brasileira. Seu desafio é transformar liderança espiritual em propostas para toda a sociedade. Igreja tem rebanho; eleição tem eleitor, e nem sempre os dois caminham na mesma direção.
Pastora Fábia entra na disputa. Fábia Valadares representa o segmento evangélico dentro do MDB. A liderança religiosa oferece contato com famílias e comunidades. No culto, a palavra pode emocionar; na eleição, precisa também explicar orçamento, saúde e segurança.
Peter Costa procura uma cadeira. Peter Santana Costa disputa uma vaga na Assembleia pelo PL. Integrante de uma chapa conservadora, precisa apresentar sua identidade e suas prioridades. Peter procura a cadeira, mas o eleitor quer saber o que ele pretende fazer depois de sentar.
Daniel Oliveira leva a fé à urna. O pastor Daniel Oliveira Cruz procura transformar liderança religiosa em representação política. A candidatura dialoga com o eleitorado cristão, mas precisa apresentar propostas que também alcancem quem senta em outro banco. Parlamento não é templo: ali, até a fé precisa aprender a negociar.
Zé Carlos mistura púlpito e volante. O pastor José Carlos Vieira nasceu em Cumbe e trabalha como motorista de transporte coletivo. A candidatura reúne fé, estrada e contato diário com a população. Ele conhece passageiro apressado e fiel impaciente; falta mostrar como pretende conduzir o mandato.

Avilete leva a professora para a urna. Professora Avilete integra a chapa do PL e utiliza a educação como referência profissional. Escola pública, valorização docente e aprendizagem podem formar o centro natural de sua candidatura. Professora sabe fazer chamada; agora quer ouvir o eleitor responder presente.
Claudiceia leva a sala de aula para a política. Professora Claudiceia integra o PCdoB e a Federação Brasil da Esperança. Educação, valorização docente e escola pública estão no centro natural de sua trajetória. Ela conhece chamada, prova e recuperação; resta saber se a política sergipana passa de ano.
Rosa leva o União para a rua. Rosa Carvalho busca apresentar uma candidatura ligada às demandas cotidianas da população. Em chapa numerosa, precisa mostrar cor, perfume e espinho político. Rosa sem proposta vira enfeite; com causa, pode virar símbolo.
Rosa Reis entra pelo MDB. Rosangela Rosa Reis integra uma das legendas mais tradicionais da política sergipana. O nome tem duas rosas e um desafio: provar que a candidatura possui mais conteúdo que jardim. Em política, beleza ajuda na fotografia, mas espinho também serve para marcar posição.
Rose leva o MLB à urna. Rose do MLB carrega no próprio nome a ligação com o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas. Sua candidatura representa pautas de moradia, periferia e organização popular. O movimento já está no nome; a missão é fazer a pauta entrar no orçamento.

Samira procura espaço entre os medalhões. Samira Daud disputa pelo PSD, partido que reúne nomes fortes e máquinas municipais importantes. O desafio é construir voz própria sem desaparecer no coral da legenda. Cantar junto ajuda; ter solo próprio faz o eleitor lembrar.
Sandra Ciganinha leva identidade e tradição. Alex Sandra Prado de Oliveira utiliza o nome Sandra Ciganinha. A identificação eleitoral destaca sua origem e oferece reconhecimento imediato. Tradição abre a roda; proposta é quem mantém a dança.
M. Filho representa a pauta militar. Sargento M. Filho leva a experiência da caserna para o debate político. Valorização da tropa, segurança e condições de trabalho formam sua identidade mais imediata. Na política, porém, ordem unida dura até a primeira reunião partidária.
Alex Lima avança com a pauta militar. Sargento Alex Lima utiliza a carreira militar como identidade eleitoral. Segurança, valorização profissional e condições de trabalho orientam seu discurso. A patente abre a apresentação; a proposta precisa comandar a campanha.

Naldinho leva a farda ao debate. Sargento Naldinho utiliza a carreira militar como referência política. Segurança pública, valorização da tropa e condições de trabalho formam um caminho natural para sua candidatura. Patente organiza o pelotão; voto não obedece continência.
Sheila veste a camisa liberal. Sheila Matos integra uma chapa marcada pelo conservadorismo e pela ligação com o bolsonarismo. Para se destacar, precisará apresentar sua própria trajetória e suas prioridades. Partido forte ajuda a puxar a fila, mas a urna não aceita voto por procuração.
Débora leva música para a campanha. Cantora e compositora, Débora Cristiane disputa uma vaga na Câmara pelo PSDB. Sua candidatura procura transformar experiência artística e contato com o público em representação política. Débora já sabe conquistar plateia; agora precisa descobrir se o eleitor vai pedir bis ou trocar de estação.
Celinha leva Capela no coração. Natural de Capela e aos 67 anos, Celinha Sobral disputa pelo PL levando para a eleição experiência de vida e identidade municipal. Em política, idade pode significar memória, paciência e conhecimento do povo. Celinha conhece o ritmo de Capela; agora precisa fazer a candidatura dançar fora do São Pedro.
China que não veio da China. João Sebastião da Silva, o China da Borracharia, nasceu em Mirandiba, Pernambuco, mora no Jabotiana e trabalha como comerciante. Apesar do apelido, China não é coisa da China. Apaixonado pela borracharia, tenta trocar pneu furado por voto cheio. Para chegar a Brasília, precisa calibrar a campanha, alinhar as propostas e evitar que a candidatura rode murcha.
Beatriz leva o empreendedorismo à urna. Beatriz Cruz Andrade tem 38 anos, é empresária e disputa pelo PDT. Sua experiência profissional permite falar sobre emprego, pequenos negócios e dificuldades enfrentadas por quem precisa manter as contas em dia. Empresária entende de receita e despesa; em Brasília, descobrirá que a política adora aumentar uma e esconder a outra.
Bruna Teles pega a estrada. Bruna Teles Pereira Santos disputa pelo PDT e procura apresentar sua história e suas ideias aos sergipanos. Em eleição proporcional, não basta colocar o nome na urna e esperar milagre chegar de ônibus. É preciso andar, conversar, apertar mão e explicar o que pretende defender em Brasília.

Caju quer adoçar a disputa. Welberson de Almeida Santos, o Caju, concorre pelo PDT com um dos nomes eleitorais mais fáceis de guardar. Agora precisa apresentar o recheio político da candidatura: propostas, causas e compromissos. Caju todo sergipano conhece; resta saber se a campanha vai render suco, castanha ou apenas fotografia na feira.
Angela leva o social para Brasília. Angela Miranda nasceu em Nossa Senhora das Dores, tem 43 anos, formação superior e trabalha como assistente social. Sua experiência aproxima a candidatura de temas como pobreza, proteção às famílias, infância e acesso às políticas públicas. Angela conhece o Brasil que não aparece em solenidade: o cidadão que pede ajuda e ainda recebe formulário para preencher.
Bagadal mede o terreno político. Carlos Alberto de Souza Melo, o Bagadal, tem 63 anos e atua como técnico em agronomia e agrimensura. A profissão o aproxima do campo, das propriedades rurais e do ordenamento territorial. Experiência para medir terreno ele tem; agora precisa medir o tamanho da caminhada eleitoral. Política é um lote complicado, com cerca pulada e muito candidato jurando que o pedaço do vizinho também é seu.

Bruna Makida levanta a voz da UP. Bruna Makida representa a Unidade Popular, partido ligado às lutas sociais, à organização comunitária e aos trabalhadores. Em uma eleição dominada por estruturas milionárias, sua candidatura tenta fazer uma legenda pequena entrar na conversa dos gigantes. É como chegar a uma vaquejada montada numa bicicleta: difícil, mas, se souber pedalar, chama a atenção do parque inteiro.
Andréa entra de coração valente. Andréa Coração Valente disputa pelo PP e já possui um nome eleitoral pronto para virar slogan. Coração valente é requisito básico para enfrentar caminhada no sol, reunião atrasada e eleitor que promete voto a cinco candidatos diferentes. Agora ela precisa mostrar quais causas fazem esse coração bater e o que pretende defender em Brasília. Porque valentia para pedir voto aparece aos montes; a coragem mais rara é voltar depois da eleição para prestar contas.




