Guajará cobra de Fábio e Samuel aquilo que promessa nenhuma entrega
O Guajará está cansado de morar no futuro. No discurso, a transformação chega com cifras milionárias, projetos grandiosos e a certeza de que agora vai. Na vida dos moradores, especialmente no Guajará City Park, permanece a cobrança pelo básico: rua transitável, drenagem, condições para o ônibus passar e água potável na torneira. O depoimento do representante comunitário Cícero Silva Júnior, reproduzido pela própria comunicação municipal, dispensa qualquer maquiagem: “vivemos no buraco, ônibus não passa”. É diante dessa realidade que Fábio Mitidieri e Samuel Carvalho precisam responder. Nenhuma apresentação de projeto pode ser confundida com serviço entregue, e nenhum anúncio deveria render mais comemoração do que a solução concreta para quem precisa sair de casa todos os dias. O morador conhece o caminho do trabalho; o poder público já deveria conhecer o caminho da obrigação.
Samuel Carvalho assumiu, ao firmar o Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, compromissos que alcançam uma responsabilidade elementar da Prefeitura: garantir condições de circulação enquanto as obras definitivas não terminam. O comunicado municipal menciona intervenções nas ruas 8, 9 e “Existente”, com repetição em intervalos de, no máximo, 45 dias. Politicamente, é constrangedor que a manutenção dessas vias precise aparecer em um acordo formal para ganhar prazo e acompanhamento. A Prefeitura afirma que já estava alinhada com essas providências, mas alinhamento administrativo precisa aparecer na rua. Ao prefeito cabe apresentar os serviços realizados, as próximas intervenções e os resultados da fiscalização. Assinatura merece registro; cumprimento merece reconhecimento. A caneta pode formalizar o compromisso, mas ainda não inventaram uma que nivele rua.
Fábio Mitidieri também deve explicações que ultrapassem o valor anunciado. O contrato estadual de aproximadamente R$ 186,9 milhões existe, foi assinado com a Celi e prevê 720 dias de execução. Portanto, seria incorreto afirmar que tudo permanece no papel ou que está comprovada a ausência de dinheiro. A cobrança é mais precisa: quanto foi efetivamente executado, medido e pago? A ficha consultada na Sedurbi exibia 1% de execução física e nenhum lançamento financeiro, além de inconsistências cadastrais. Esses registros precisam de esclarecimento e de documentos que permitam conferir o avanço real. Governador, orçamento anunciado não substitui boletim de medição, assim como fotografia de obra não substitui prestação de contas. Para um investimento dessa dimensão, o cidadão merece informação completa, acessível e atualizada, sem precisar montar uma investigação para descobrir o andamento da própria rua.
A cobrança se estende à vitrine de projetos do governo, respeitando a situação de cada empreendimento. O VLT ganhou acordo de cooperação e previsão de implantação futura; a nova ponte Aracaju–Barra já avançou para contrato e autorização de implantação. Nenhum desses atos equivale ao serviço disponível para a população. Já a Ceasa de Itabaiana oferece um exemplo concreto de solução ainda pendente: em 22 de setembro, Fábio voltou a tratar do distrato da concessionária e de uma nova licitação para viabilizar o funcionamento. O problema atravessa administrações, mas também exige resposta da atual. Não se trata de exigir que uma ponte nasça pronta depois de uma assinatura. Trata-se de cobrar clareza sobre etapas, prazos e entraves, sem vender expectativa como realização consumada. Na comunicação oficial, o futuro costuma chegar depressa; quem depende do equipamento público precisa de uma data que resista ao calendário.
O TAC divulgado para Guajará, Guajará City Park e Parque Santa Rita prevê intervenções em 57 vias, manutenção provisória, relatórios periódicos e conclusão das obras abrangidas até outubro de 2028. Esse horizonte torna ainda mais urgente a responsabilidade de cuidar da vida presente. Samuel não pode deixar a manutenção municipal à espera da grande obra estadual, e Fábio precisa demonstrar como a execução contratada está avançando. Ao Ministério Público cabe acompanhar e cobrar; aos gestores, executar e prestar contas. O Guajará tem direito de conhecer as ruas contempladas, os cronogramas e os resultados, sem depender de novos anúncios. Porque a paciência de uma comunidade não pode virar material de construção: não pavimenta, não drena e, quando se esgota, expõe o tamanho da distância entre quem promete e quem continua esperando.
Água com prazo em Sapucaia. Meu povo, água potável virou compromisso com calendário no povoado Sapucaia, em Japaratuba. Após pedido do MPSE, a Justiça determinou que o município abasteça cerca de 389 moradores por caminhão-pipa pelo menos duas vezes por semana, em até dez dias, e corrija os problemas do sistema em 30 dias. Tomara que a água cumpra o prazo: torneira seca já fez hora extra demais.

Fábio Reis pisa em Lagarto. O deputado Fábio Reis acompanhou a caminhada de Ibrain de Valmir no conjunto João e Júlia Nogueira. Lagarto segue recebendo tanta agenda nesta reta final que o eleitor já pode conferir o calendário político só de olhar pela janela.
Contracheque em capítulos. O TJSE aprovou propostas negociadas com o Sindijus, incluindo aumento de 0,5% nos interníveis das carreiras e mudanças na progressão. O projeto ainda precisa passar pela Assembleia Legislativa e pela sanção. O servidor pode acompanhar a tramitação; o contracheque, esse só comemora depois do último capítulo.
Cartório na lupa. A Corregedoria inspecionou o Cartório do 5º Ofício de Aracaju e determinou melhorias em serviços como escrituras de inventário e atas para usucapião extrajudicial. Quem já tentou resolver documento conhece o drama: a pessoa entra para buscar uma escritura e sai querendo registrar a própria paciência em cartório.

Thiago entra no pomar. Thiago de Joaldo recebeu apoio de Valmir de Francisquinho na defesa da cadeia produtiva da laranja. A pauta levou a agricultura para a vitrine de sua campanha nesta reta final. Em Sergipe, falar de laranja é fácil; o desafio é mostrar como o produtor vai ganhar mais do que um aperto de mão na feira.
Contas sob exame. O TCE-SE emitiu parecer prévio pela rejeição das contas de governo de 2023 da ex-prefeita de Monte Alegre Marinez Silva Pereira Lino. Entre os pontos relatados estão insuficiência financeira e gasto com pessoal acima do limite. Agora a Câmara Municipal dará a palavra final. A conta ainda vai à mesa dos vereadores, e ali calculadora nenhuma pode tirar folga.
Roteiro virou investigação. Em Ribeirópolis, um motorista de aplicativo contou que passageiros armados haviam incendiado seu carro. A Polícia Civil informou que imagens o mostraram sozinho no veículo e que ele admitiu ter provocado o incêndio para tentar receber o seguro. A versão deu uma reviravolta daquelas, mas agora quem examina o roteiro é a investigação.

Obrigado, mas pela razão errada. O presidente do Paraguai, Santiago Peña, agradeceu a Lula pela contribuição a um programa social paraguaio. O agradecimento foi esse; a história de que ele parou Lula na ONU para celebrar a saída de indústrias brasileiras não aparece na fala apresentada. Agora, meu povo, a cobrança econômica continua valendo: quando empresários brasileiros encontram condições atraentes para produzir do outro lado da fronteira, o governo Lula precisa explicar como pretende manter investimento e emprego por aqui. Discurso bonito não liga máquina de fábrica.
Fronteira com placa de “bem-vindo”. O Paraguai vem ampliando sua produção industrial e atraindo investimentos. Enquanto isso, Brasília precisa responder a uma pergunta menos engraçada que a cena de um presidente agradecendo ao outro: quanto custa produzir no Brasil e o que será feito para melhorar? Lula pode receber o “muchas gracias” de Santiago Peña pelo programa social. Pela política industrial brasileira, o trabalhador ainda espera ouvir uma resposta que venha acompanhada de emprego, e não apenas de aplauso na ONU.
Yandra põe o bloco na rua. Yandra Moura participou da caminhada “Elas com Fábio”, no Centro de Aracaju, ao lado de André Moura, Jeferson Andrade e outras lideranças governistas. Na reta final da disputa pela Câmara, candidata sabe que voto não toca a campainha de casa. Tem que ir à rua, cumprimentar e ainda aguentar o sol de Aracaju.

Anderson quer ultrapassar Katarina. Anderson de Zé das Canas intensificou a agenda em Aracaju para levar sua candidatura além do Agreste e do interior. Nos bastidores, a aposta é que ele possa superar a deputada Delegada Katarina na disputa federal. Se isso acontecer, a brincadeira já vem pronta: Katarina vai ficar na garupa de Zé das Canas. Mas, calma, meu povo: ainda não encontrei pesquisa recente que comprove essa ultrapassagem. Por enquanto, é expectativa de campanha; quem decide a ordem de chegada é o eleitor.
Márcio abre a roda. Márcio Macêdo reuniu representantes de cerca de 40 entidades sindicais e organizações de trabalhadores em Aracaju. Direitos trabalhistas, valorização das categorias e o fim da escala 6×1 entraram na conversa. Com tanta gente à mesa, uma coisa é certa: pauta para reunião não faltou; trabalhador agora quer saber o que sai dela.
Edvaldo na faixa apertada. Edvaldo Nogueira registrou 9% na pesquisa Real Time Big Data, percentual igual ao de Eduardo Amorim e Rodrigo Valadares naquele cenário. É um retrato da pesquisa, não uma ordem definitiva de chegada. Para quem já administrou Aracaju, o desafio agora é convencer também o eleitor dos outros municípios: urna de senador não termina na saída da capital.

Neto encontra os banners. O nome de Neto Batalha também apareceu numa representação do Ministério Público Eleitoral sobre suposto uso irregular de wind banners, com efeito visual semelhante ao de outdoor. A alegação está submetida à Justiça Eleitoral e ainda não é conclusão definitiva. Na campanha, até peça de propaganda precisa conhecer o tamanho permitido antes de querer aparecer demais.
Katarina divide a agenda. Delegada Katarina participou de encontro político no Bugio com Jorginho Araújo e Rogério Carvalho e também defendeu a atuação policial durante o período eleitoral. Sua candidatura segue deferida. Entre pedido de voto e debate sobre segurança, a delegada teve uma agenda que não cabia num único assunto.
Propaganda sob medida. Samuel Alves Barreto apareceu em decisões eleitorais sobre peças no Lamarão e wind bannersna avenida Desembargador Maynard. Os casos discutem a adequação da propaganda, sem representar condenação criminal. Na eleição, até a placa precisa passar pela régua: crescer demais pode chamar a atenção de quem usa toga.
Serginho troca de palanque. Serginho Mendonça foi citado entre os candidatos do Solidariedade que deixaram o apoio a Fábio Mitidieri e anunciaram adesão a Valmir de Francisquinho. Faltando pouco para a votação, a mudança fez barulho. Em campanha, às vezes o eleitor mal decorou onde fica o palanque e o candidato já está falando de outro.

Ícaro mira votação expressiva. Ícaro de Valmir, candidato a deputado federal pelo Republicanos, aparece com registro deferido e número 1000 na base eleitoral atualizada em 23 de setembro. Seu nome desponta entre as candidaturas que merecem atenção nesta reta final, com a expectativa de ultrapassar 100 mil votos. É uma projeção política, ainda sem resultado nas urnas. Por enquanto, o desafio é transformar presença na campanha em voto no dia da eleição.
Fabiana faz a curva. Fabiana Santana também apareceu entre os nomes do Solidariedade que se afastaram da candidatura governista para apoiar Valmir. A reta final segue tão movimentada que acompanhar as alianças exige atenção de narrador de corrida: piscou, mudou a posição.
Vitória entra na lista, mas há atualização. Vitória Simões foi citada entre os nomes ligados ao Solidariedade que mudaram de apoio. Há, porém, um dado decisivo para o eleitor: a atualização mais recente da lista eleitoral registra sua candidatura como renunciada. Em eleição, a notícia corre; o registro oficial precisa correr junto.
Mário Leony espera o desfecho jurídico. O TRE-SE reconheceu que Mário de Carvalho Leony preenchia os requisitos individuais para disputar, mas seu registro ficou prejudicado pelo indeferimento do DRAP da federação. Traduzindo para a conversa de calçada: a documentação pessoal passou pela análise, mas a situação da federação atravessou o caminho da candidatura.

André Moura multiplica encontros. André Moura esteve com apoiadores de Robson Viana em Aracaju e participou de mobilizações da chapa governista no Sertão e em Nossa Senhora da Glória. A estratégia é clara: aparecer em diferentes regiões e juntar forças com outras candidaturas. Sergipano conhece essa correria. Só lembra ao candidato que, depois da carreata, continua existindo estrada, posto de saúde e problema esperando solução.
Panfletagem com versões diferentes. Um candidato a deputado federal do Missão disse ter sido agredido durante uma panfletagem em São Cristóvão. A Unidade Popular contestou a acusação. Com relatos conflitantes, cabe apurar o que ocorreu. Discussão política já produz calor suficiente; fato se estabelece com prova, não com gritaria.
Georgeo entre a Assembleia e a estrada. A cobertura de sua agenda destacou atividades parlamentares e compromissos políticos pelo Sertão e pelo Agreste. Georgeo Passos também aparece ligado à mobilização de Valmir de Francisquinho em Aracaju. É aquela rotina de reta final em que o candidato sai de uma conversa, entra no carro e já procura a próxima. O eleitor, esperto, separa presença de entrega.

Antônio Bala busca espaço. A campanha de Antônio Bala divulgou ampliação de apoios nesta reta final e voltou a citar um levantamento realizado em julho no qual seu nome apareceu entre os lembrados para a Assembleia. Julho, porém, já ficou para trás na velocidade desta eleição. A notícia de agora são as articulações; o tamanho delas nas urnas ninguém mede pelo volume do trio elétrico.
Marcell fala com as mulheres. Marcell de Maim apresentou propostas de autonomia econômica, qualificação profissional, empreendedorismo e fortalecimento da proteção a vítimas de violência. São temas que cabem na conversa de muita casa sergipana. A próxima pergunta é a que toda boa proposta precisa enfrentar: qual medida ele apresentaria na Assembleia e como ajudaria a tirá-la do papel?
Luciano aparece no Sertão. Na cobertura de um ato governista pelo Sertão, o grupo político local declarou apoio à candidatura de Luciano Pimentel para deputado estadual. Apoio de liderança ajuda a abrir porta, claro. Mas o dono do voto continua sendo o eleitor, que pode receber a comitiva, ouvir o discurso inteiro e guardar a decisão só para a cabine.
Pato Maravilha vai à Justiça. O Maravilha apresentou representação eleitoral contra uma publicação no Instagram que considera ofensiva e inverídica. A alegação ainda depende de apreciação judicial. Olhe que campanha já dá assunto suficiente sem transformar postagem em sentença: nesse caso, quem deve decidir o que houve é a Justiça Eleitoral.

Pastor Diego sobe o tom. Na tribuna da Câmara de Aracaju, o vereador e candidato Pastor Diego defendeu André Mendonça e cobrou credibilidade nas investigações relacionadas ao Banco Master. É uma pauta nacional entrando com força na campanha estadual. O eleitor pode gostar da fala firme, mas também vai querer saber o que o candidato pretende fazer dentro da Assembleia sergipana. Brasília rende discurso; Sergipe exige serviço.
Rogério aparece à frente em levantamento. Pesquisa TWS divulgada no dia 23 colocou Rogério Carvalho na liderança do cenário apresentado pelo instituto. Outra pesquisa recente trouxe uma ordem diferente entre os candidatos mais citados. A disputa pelas duas vagas está movimentada: cada campanha olha primeiro para o levantamento que lhe sorri, mas o eleitor faz bem em olhar também método, data e margem de erro.
Alessandro disputa voto por voto. Na pesquisa Real Time Big Data divulgada no dia 22, Delegado Alessandro apareceu com 14% no resultado consolidado para o Senado, atrás de André David, com 18%. São duas vagas em jogo, e cada eleitor pode indicar até dois nomes no levantamento. Traduzindo para a conversa da feira: estar bem colocado ajuda, mas cadeira no Senado só é entregue depois da urna aberta.

Eduardo aposta na escuta. Valmir de Francisquinho se reuniu com policiais penais, policiais civis e professores do SINTESE. Eduardo Amorim, seu aliado na disputa ao Senado, defende uma linha de diálogo com os servidores que dá coerência à campanha: ouvir quem trabalha na segurança e na educação antes de prometer solução de palanque. Meu povo, categoria não precisa de visita só em época de voto; precisa de porta aberta também depois da eleição. As notícias consultadas confirmam as reuniões de Valmir, mas não registram Eduardo presente em todas elas.
Hospital do Servidor na pauta. Médico e ex-senador, Eduardo Amorim voltou a defender a criação de um Hospital do Servidor em Sergipe, ao lado de outros investimentos em saúde. É uma proposta que mostra onde ele quer concentrar sua experiência: no atendimento de quem mantém o serviço público funcionando. E o servidor sabe bem a diferença entre ouvir “vamos cuidar de você” e conseguir marcar uma consulta. Para virar hospital, a ideia ainda precisará de projeto, recursos e execução.
Rodrigo e o microfone de Lagarto. Rodrigo Valadares entrou no noticiário depois de intervir enquanto Luizão Dona Trampi discursava em ato do PL em Lagarto. Luizão interrompeu a fala e depois a retomou. A cena alimentou comentários sobre a convivência dentro do partido. Rapaz, se até o tempo de microfone vira disputa, imagine a negociação pelo voto quando todo mundo quer ser ouvido ao mesmo tempo.
Coronel Rocha tenta ganhar terreno. Rocha apareceu com 8% no levantamento Real Time Big Data, perto do grupo que registrou 9%. A proximidade numérica mantém a disputa interessante nesta reta final. Só que porcentagem em pesquisa não anda sozinha pelo interior: candidato precisa apresentar suas propostas e conquistar, um por um, os dois votos que o sergipano poderá dar para o Senado.
Iran enfrenta batalha jurídica. Iran Barbosa figura entre os nomes da disputa ao Senado, mas a situação da federação PSOL/Rede passou por controvérsia judicial após o indeferimento de seu demonstrativo partidário pelo TRE-SE. A federação recorreu e contestou fundamentos da decisão. Aqui não cabe fingir que é só mais uma pesquisa: o eleitor precisa acompanhar também o desfecho do processo que afeta a candidatura.

Renatinha busca ser ouvida. Renatinha consta na relação de candidaturas ao Senado divulgada pela Agência Senado e não pontuou no cenário consolidado da pesquisa Real Time Big Data de 22 de setembro. Isso descreve aquele levantamento, sem substituir a votação. Para uma candidatura com pouca exposição, a dificuldade é conhecida: antes de disputar a preferência do eleitor, precisa conseguir entrar na conversa.




