
Geração dopamina: crianças hipnotizadas e pais em abstinência
Pais, avós e, principalmente, colegas de ofício: permitam que esta jornalista, que já rodou muito tapete vermelho, mas hoje se debruça sobre o tapete de

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A semana não foi apenas barulhenta. Foi reveladora. Revelou o quanto o Brasil anda confundindo política pública com militância emocional e o quanto a universidade

Eu falo aqui não só como jornalista, mas como feminista assumida, professora universitária aposentada, avó de duas meninas curiosas e, sobretudo, como alguém que conhece Emília

Eu sou feminista. Daquelas chatas, incuráveis, sem possibilidade de reabilitação. Feminista que defende mulher quando a mulher está certa e puxa a orelha quando ela

Confesso que acordei em Itacaré com o barulho do mar, mas quem me tirou da contemplação não foi a ressaca da Bahia e sim a

Olá, minha gente, tudo bem? Feliz 2026. Este é o primeiro texto do ano e eu queria muito começar falando de esperança, renovação, novos ciclos.

Este é o texto que eu não queria escrever em 2025. Nenhuma jornalista quer. Mas o jornalismo sério não escolhe conforto, escolhe responsabilidade. Escrevo com

Acordei. Café passado. Celular vibrando como liquidificador sem tampa. Timeline em combustão espontânea. Antes mesmo de abrir qualquer link, fiz o gesto automático de todo

Gente, hoje me acordei um pouco mais tarde. Culpa direta de uma confraternização de escritório, duas ou três taças de vinho a mais e aquela

O Brasil acordou hoje todo atravessado, sem saber nem pra onde ia, com uma cena digna de sitcom, novela das oito e um reality mental no