
Editorial: Da farda e do distintivo ao voto
De uns tempos para cá, virou quase um roteiro pronto. O cidadão entra na segurança pública, ganha visibilidade, aparece bem nas operações, cresce nas redes

De uns tempos para cá, virou quase um roteiro pronto. O cidadão entra na segurança pública, ganha visibilidade, aparece bem nas operações, cresce nas redes

A janela partidária abriu, fez barulho, virou espetáculo e agora fechou. Só que, ao contrário do que muita gente pensa, o jogo não fechou junto.

Ontem, Sergipe amanheceu antes do sol. Não foi metáfora, foi rotina. Às quatro da manhã, enquanto muita gente ainda brigava com o despertador, um homem

Sergipe amanheceu nesta virada de janela partidária com o ambiente político completamente mexido. O que deveria ser uma semana de recolhimento, peixe e oração virou

Em Umbaúba, a política resolveu dar uma aula prática sobre tempo, poder e substituição. Durante anos, nomes como Humberto Maravilha, Pato Maravilha e Maurício Maravilha formaram um bloco político que parecia

Em Sergipe, pesquisa virou quase trio elétrico de pré-campanha, só que com estatístico no lugar do cantor e margem de erro no lugar do refrão.

Fábio Mitidieri disse, com a tranquilidade de quem parecia acreditar no que falava, que não ia vender a Deso. Disse olhando para o povo, dizendo

O Pato saiu de Itabaiana e resolveu voar. Valmir de Francisquinho tirou seus 30 dias e fez o que todo político raiz faz quando quer

Falta menos de uma semana para uma decisão que pode sacudir o tabuleiro político de Sergipe: Valmir decide se renuncia ou não ao mandato de

Pelo amor de Deus, eu tenho mais de 60 anos, já vivi tudo que uma mulher pode viver com dignidade, prazer, dor, amor e muita