
Sob a liderança firme e democrática do presidente da Câmara Municipal de Aracaju, vereador Ricardo Vasconcelos, os debates parlamentares têm ganhado fôlego, clareza e protagonismo. Com condução equilibrada, respeito às divergências e incentivo à participação ativa dos parlamentares, Ricardo transforma cada sessão em espaço legítimo de escuta, fiscalização e proposição. A pluralidade de vozes ecoa sob sua presidência, permitindo que temas sensíveis como saúde, previdência, saneamento e cultura sejam debatidos com seriedade e profundidade, fortalecendo o papel institucional da Câmara e a confiança da população aracajuana no Legislativo. Confira, abaixo, os destaques da semana em que o forró, a fiscalização e o fogo político animaram e, acaloraram o plenário:
Elbinho (PSB) botou a zabumba no centro do plenário! Apontou que o Forró Caju foi tão caro que quase dava pra contratar o próprio Elvis ressuscitado. Mais de R$ 20 milhões no arrasta-pé? Ele disse “oxe!” e cobrou responsabilidade. Mas também elogiou: com emenda de vereador, o Hospital São José agora realiza biópsia de câncer de próstata e isso sim é investimento que faz o coração bater no compasso certo. Só não gostou da “dança” das emendas que sumiram em 2023 e 2024. E, sobre a reforma da previdência: “não se bota chocalho em aposentado!”
Fábio Meireles (PDT) chegou com a receita: remédio nas UBSs, van pra pessoa com deficiência e sopa quente no bairro Soledade. Participou do Sopão Solidário e ainda soltou farpas: criticou quem mete o pau nas festas, mas vive de palco. Deu aquela alfinetada em quem fala de gasto público com microfone na mão e cachê no bolso. E alertou: o cofre da prefeitura tá comendo mais do que criança no São João.
Isac Silveira (MDB) veio de jaleco jurídico. Explicou que a reforma da previdência não é ideia da prefeitura, é decisão do STF: ou aumenta a alíquota ou Aracaju dança sem convênio. Com tom técnico, reconheceu o impacto para os servidores, mas disse que o remédio é amargo porque tem bula federal.

Joaquim da Janelinha (Cidadania) tirou o chapéu de palha e subiu na tribuna para louvar as quadrilhas juninas. Defendeu o Gonzagão com tanta paixão que parecia noiva em casamento matuto. E ainda pediu reforço pra academia noturna no São Conrado. Porque ser cidadão saudável também é dançar forró até depois das 10!
Bigode do Santa Maria (PSD) largou o forró e botou o dedo na ferida: cobrou a Iguá e a Emurb pelos buracos e vazamentos no bairro Santa Maria. “Aqui o que jorra não é milho cozido, é esgoto mesmo!”, disparou. Mas também agradeceu à SMTT pela agilidade, porque quando resolve, merece aplauso.
Binho (Podemos) subiu na tribuna com cheiro de milho assado e baião no discurso. Parabenizou a prefeita Emília e o governador Fábio por transformarem Aracaju no arrasta-pé do Brasil. Agradeceu também ao partido e a André Moura pela parceria firme como quadrilha de chão batido.
Breno Garibalde (Rede) botou o pé no freio e disse: forró sim, mas com responsabilidade. Denunciou a venda de fogos perigosos — “é mais pólvora que no cangaço de Lampião!” e reforçou a urgência de aprovar seu projeto contra estampidos. Também cobrou os parklets prometidos desde 2021. “Cadê o banco, Emurb?”
Camilo Daniel (PT) não perdeu o compasso e trouxe seu xote pela justiça social. Disse que trabalhar 6 dias pra descansar 1 é danado demais. Defendeu jornada de 36h e criticou um Congresso que dança conforme a música do patrão. Também pediu justiça tributária: “quem ganha até R$ 5 mil não devia nem pagar imposto, devia era ganhar um quentão!”
Iran Barbosa (PSOL) foi direto: criticou a reforma da previdência, chamou atenção para a ausência de estudos técnicos e exigiu transparência. Disse que servidor público merece respeito e não pode ser tratado como espantalho em roça abandonada. Cobrou seriedade da Câmara diante de mudanças tão profundas.

Levi Oliveira (PP) presidiu a audiência da LDO com elegância e pulso firme. Disse que orçamento se faz com o povo e pro povo. E não deixou passar batido: perguntou se os incentivos fiscais não são, na prática, um “abre-mão de receita”. O secretário respondeu que o REFIS cobre o buraco, mas Levi ficou de olho.
Sargento Byron (MDB) encerrou a semana com estilo: prestigiou o encerramento do Edital de Emendas Participativas do senador Alessandro Vieira, exaltando a força do povo na escolha de onde aplicar o dinheiro público. Comemorou a destinação de R$ 70 milhões para 200 projetos. “Aqui não tem fogo de palha, tem emenda que vira fogueira acesa na vida do povo!”
Anderson de Tuca voltou a criticar a Iguá Saneamento, apontando a má qualidade dos serviços e a falta de diálogo com a população. Ele classificou como abusiva a taxa de esgoto e cobrou a presença da empresa na Câmara para prestar esclarecimentos. “A população paga caro e não tem retorno. Precisamos de transparência e um canal direto de comunicação”, afirmou.




