O mês de junho em Sergipe consolidou-se como um dos períodos mais relevantes do calendário cultural e econômico do Estado. Os festejos juninos de 2025 mobilizaram municípios de todas as regiões, promovendo integração social, fortalecimento da identidade cultural nordestina e expressivo impacto econômico. A avaliação é do presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), deputado Jeferson Andrade (PSD), que acompanhou de perto as festividades em diversas cidades sergipanas.
“Sergipe se transformou no verdadeiro país do forró. O que presenciamos foi a maior celebração junina da nossa história, marcada por uma forte presença popular e resultados concretos para a economia local”, afirmou o parlamentar. Ao lado de autoridades, produtores culturais, comerciantes e lideranças comunitárias, Jeferson percorreu dezenas de municípios entre o São João e o São Pedro, identificando de forma direta o impacto positivo dos investimentos públicos no setor cultural.
Segundo ele, os festejos não apenas resgataram as tradições juninas, como também representaram uma estratégia eficaz de política pública, impulsionando o turismo, o comércio, a geração de emprego e o desenvolvimento regional. “Estamos falando de uma cadeia produtiva que envolve artistas, artesãos, ambulantes, pequenos empreendedores e empresas locais. Os hotéis estavam ocupados, o comércio aquecido e o clima geral era de otimismo. Isso é gestão com impacto direto na vida das pessoas”, reforçou.
Jeferson destacou a atuação do Governo do Estado, sob a liderança do governador Fábio Mitidieri, na articulação entre cultura e desenvolvimento econômico. “A estruturação dos festejos, com apoio institucional e investimento bem direcionado, mostrou que é possível transformar eventos culturais em motores de crescimento. O Governo compreendeu que a cultura não é gasto, é investimento com retorno social e econômico”, completou.
O presidente da Alese também ressaltou que Sergipe vive um momento de confiança e valorização da sua identidade cultural. “O São João é mais do que festa. É patrimônio imaterial, é tradição, é resistência e também é desenvolvimento. E a população demonstrou, com sua presença massiva e entusiasmo, que valoriza isso. O futuro de Sergipe passa por políticas públicas que reconheçam o valor da cultura como ferramenta de transformação social”, concluiu.
Com base na movimentação registrada em junho, a expectativa é de que os festejos juninos de Sergipe consolidem-se como referência nacional tanto no aspecto turístico quanto como modelo de integração entre cultura, gestão pública e economia criativa.




