O fim de semana no Portal foi daquele jeito que Sergipe gosta: política fervendo, bastidor cochichando alto e o povo assistindo tudo com pipoca e Wi-Fi. Teve senador dando aula de elegância, delegado fazendo drama, coronel virando candidato sem pedir voto, STF brigando com a própria memória e prefeito sendo criticado até pelo eco. No meio disso tudo, a gente fez o que sabe fazer melhor: contar, rir e cutucar. Porque aqui a notícia vem com informação… e com tempero.
E não foi pouca gente assistindo não. Essas foram as principais notícias da semana, todas passando de 5 mil visualizações no Instagram e mais de 200 mil acessos no Portal. Resultado de um trabalho sério, direto e sem frescura. E tem mais: só neste mês, o Portal bateu a marca de 2 milhões de visualizações. É audiência que não é empurrada, é conquistada.
O Portal Fausto Leite segue crescendo porque fala o que muita gente pensa e poucos têm coragem de dizer. Aqui não tem texto morno, não tem notícia de gabinete e nem análise preguiçosa. É material incisivo, crítico, com identidade e com personalidade. Pode até incomodar, mas também informa, diverte e, principalmente, conecta.
No fim das contas, é isso que explica o crescimento. O Portal virou ponto de parada obrigatória para quem quer entender Sergipe sem filtro. E pelo visto, o público já escolheu: prefere informação com verdade, com humor e com coragem. Porque notícia fria até existe… mas aqui, ela sai quente. Veja os principais pontos da semana:
Alessandro vs André Davi: política ou reality show? – No duelo entre entrega e espetáculo, Alessandro Vieira resolveu jogar no modo “trabalho” enquanto André Davi entrou no modo “cena dramática”. Teve ultimato, teve indireta e teve aquele climão de condomínio político. No fim, ficou claro: enquanto um entrega scanner 3D e recurso público, o outro entrega roteiro de novela. O eleitor assiste e decide se quer gestor ou protagonista de série.
Coronel Ribeiro: da farda ao voto, sem escalas – Enquanto muita gente tenta virar político no grito, o coronel Ribeiro está virando no silêncio… e com resultado. Sem nem dizer que é candidato, já virou assunto, já aparece em pesquisa e já mexe no tabuleiro. É o famoso “não fui eu que fui atrás da política, foi ela que veio atrás de mim”. A tropa aprova, o eleitor observa e os partidos já estão de olho.
Iate Clube: aplausos seletivos e silêncio revelador – Teve evento político que parecia teste de som emocional. André Moura falou, aplauso. Fábio falou… silêncio educado. Não teve vaia, mas teve aquele vazio que dói mais que crítica. Nos bastidores, o resumo foi simples: André voltou com força, e Fábio ficou assistindo o próprio filme sem saber se era protagonista ou figurante.
Juizado especial: grátis só na placa – A Justiça que nasceu para ser simples e gratuita agora está querendo cobrar ingresso. O Juizado virou quase um streaming jurídico: antes era aberto, agora tem plano pago. A promessa é “organizar”, mas o risco é afastar quem mais precisa. No fim, o cidadão vai pensar duas vezes antes de processar… e três vezes antes de acreditar.
Ribeirópolis: concurso ou roteiro de suspense? – A denúncia caiu como bomba e deixou todo mundo com a mesma pergunta: isso é concurso ou episódio de investigação? Aprovação suspeita, vínculos cruzados e lei orçamentária pedindo socorro. Quando até quem passa começa a ser questionado, o problema não é o candidato… é o sistema. E agora o MP vai ter que entrar em campo com lupa e sem paciência.
VAR eleitoral ligado: agora não apaga mais – Se antes político apagava post e fingia que nunca falou, agora o print virou prova com certificado. O MPF ligou o VAR das eleições e ninguém mais joga no escuro. Falou, está falado. Prometeu, está registrado. E em 2026, quem vacilar não vai apagar… vai responder.
Rei do Guincho: do empreendedor ao fenômeno político – Coutinho Neto virou aquele nome que ninguém esperava… e todo mundo começou a comentar. Sem máquina, sem dinheiro pesado, mas com comunicação direta e pé no chão, entrou no radar dos partidos. É o tipo de candidato que não precisa explicar quem é. Já chega conhecido, ouvido e, principalmente, compreendido.
Farra de toga: o Brasil descobriu o contracheque – O STF resolveu mexer nos penduricalhos e o país reagiu como quem descobre o preço do prato depois de comer. Teve meme, teve ironia e teve juiz dando “bom dia, amigos pobres”. A proposta é limitar, mas o povo já quer revisar. Porque quando a piada começa dentro do próprio sistema… é porque o sistema já virou piada.
Quinto Constitucional: novela com roteiro repetido – O que era para ser escolha técnica virou série familiar com audiência nacional. Debate sobre voto, concunhado e moralidade virou pauta de coluna nacional. No fim, o tribunal parou para pensar o óbvio: quando a dúvida entra, a legitimidade sai. E nessa novela, quem fala demais talvez devesse apenas… não votar.
Cacho: entre o charme e o sonho em paletó – Emanuel Cacho voltou ao jogo como quem nunca saiu. Sorriso largo, discurso pronto e promessa de rodar o estado inteiro. Tem gente que leva a sério, tem gente que acha que é show. Mas ele segue firme, misturando política com espetáculo e deixando a dúvida no ar: é candidatura ou performance? No caso de Cacho, pode ser os dois.
Valmir no ar: e Sergipe segurando o fôlego – O Pato saiu da lagoa e virou fenômeno itinerante. Onde passa, é foto, abraço e grito de “governador”. Enquanto isso, o governo tenta reagir… e só aumenta o barulho. O resumo do bastidor é direto: quando Valmir renunciar, porque vai, o jogo muda. E quando o Pato voa, não adianta fechar o céu.
Seleção brasileira: futebol caro, resultado barato – Vinícius Júnior virou estrela no Real Madrid e figurante na seleção. Corre, tenta, gira… e nada acontece. O Brasil virou um time que joga como quem ainda está se apresentando. Uniforme de luxo, futebol de várzea. No fim, o torcedor ri… porque chorar já virou rotina.
Socorro em colapso: gestão ou stand-up? – A gestão de Samuel Carvalho virou um compilado de problemas com trilha sonora de crítica. Buraco, lixo, contrato anulado e vereador cobrando como se fosse oposição raiz. A cidade pede socorro, literalmente. E o prefeito parece ainda ensaiando discurso enquanto a realidade grita sem microfone.




