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Operação no Rio expõe o silêncio do Planalto 

O Rio de Janeiro assistiu à maior operação policial da sua história recente e quem mora nas comunidades aprovou. Não foi opinião de sofá nem discurso ideológico: 87,6% dos moradores de favelas disseram apoiar a ação contra o Comando Vermelho, segundo a Atlas. No Brasil como um todo, 52,5% consideraram a força policial adequada. Tradução: quem vive o medo diário quer Estado presente e de preferência armado, preparado e sem poesia.

Enquanto isso, Brasília fez o quê? Silêncio estratégico, frases calculadas e muita preocupação com “narrativa”. Lula falou tardiamente, evitou confronto, saiu de fininho, estratégia de quem sabe que segurança pública virou o calcanhar de Aquiles da esquerda.

Do outro lado, Cláudio Castro (PL) surfou como quem sabe que o momento é histórico. Nada de hesitação, nada de discurso florido — postura firme, ação direta e apoio popular avassalador. Resultado? Hoje, Castro não é apenas governador bem avaliado: já começa a ser enxergado como o “Bukele brasileiro”, símbolo de um gestor que enfrenta o crime com pulso, método e coragem institucional. E aí está o detalhe que assusta Brasília: ele não cresce pela gritaria ideológica, mas por entregar exatamente o que o brasileiro quer e raramente recebe, governo que age, e não governo que pede desculpa ao algoritmo antes de tomar decisão. Em tempos de medo urbano e descrédito político, Cláudio virou mais que um nome; virou uma possibilidade real de futuro presidencial para quem cansou de governo que mede palavra, mas não mede bandido.

A operação expôs mais do que criminosos: expôs um governo federal acuado numa pauta que nunca dominou. E o episódio do ministro Ricardo Lewandowski silenciando delegado da Polícia Federal ao vivo só reforçou o incômodo, o Brasil percebeu. E o Rio, mais ainda. Curioso fato: no mesmo período, um processo que vinha se arrastando contra o governador Cláudio Castro foi subitamente colocado na pauta do Tribunal Superior Eleitoral pela ministra Cármen Lúcia depois da megaoperação. Coincidência ou correlação? A população se pergunta: será que o apoio popular que elevou Cláudio Castro neste momento teve algo a ver com a aceleração do caso?

Nos bairros cariocas como Bangu, Realengo, Bento Ribeiro e Penha, a conversa é simples: ou o Estado entra, ou o crime governa. Gente que pega ônibus cedo e volta tarde não está debatendo tese humanista, está tentando sobreviver.

E aqui em Sergipe, vale registrar: bandido não faz pouso nem cria raiz. A política de segurança pública implantada pelo governador Fábio Mitidieri tem mostrado resultado: operação, inteligência, ocupação territorial e presença firme do Estado. Não é barulho, é trabalho silencioso e constante, do tipo que não pede aplauso, mas garante que o cidadão viva sem medo. Enquanto alguns líderes nacionais ainda procuram o tom para falar de crime organizado, Sergipe já entendeu que respeito se constrói com ordem, estratégia e pulso. No Brasil de hoje, quem garante paz vira líder. Quem gagueja diante de criminoso vira nota de rodapé. Deixe aqui seu comentário!

Uma resposta

  1. Diante de tanta corrupção no país, que nos falta são homens de coragem pra acabar com tantas roubalheiras, espero que o governo do Rio continue a fazer uma limpeza no seu Estado que sirva de exemplo pra outros, principalmente pra esse governo federal desmoralizado, corrupto, e ladrão, espero que a população brasileira abra os olhos.

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