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Professor Wilson e a feijoada que virou tradição: O VIDAM no ritmo do Pré-Caju

A Feijoada, Pagode e Axé VIDAM já virou aquele evento que Aracaju abraça como tradição e celebra como cartão de visitas do Précaju. No dia 15 de novembro, a partir do meio-dia, o rooftop do VIDAM Hotel se transforma naquele cenário que só Sergipe sabe produzir: música boa, feijoada fumegando, gente bonita e um astral que parece ter sido encomendado direto ao calendário de verão. Alexandre Peixe volta à cidade comandando o projetado “Axézin”, um repertório que faz o público viajar pelas memórias do Axé Music enquanto a banda NONA e o DJ Ikaruz completam a energia de tarde grande. A feijoada é servida das 12h às 14h, mas o clima, esse fica até depois das 17h, porque o VIDAM não entrega um evento, ele entrega uma experiência completa.

E se essa festa se tornou referência é porque tem um nome por trás dela: o Professor José Wilson dos Santos. O mentor, o idealizador, o homem que transformou o rooftop do VIDAM em ponto de encontro, vitrine cultural e símbolo de que Sergipe pode e deve sonhar alto. Wilson não criou apenas uma feijoada; criou um ambiente onde música, gastronomia e identidade local se encontram com a naturalidade de quem entende que turismo é, antes de tudo, afeto.

A história do Professor Wilson é daquelas que parecem ficção, mas são realidade pura. Engraxate no sertão baiano, estudioso compulsivo, professor por vocação, gestor por natureza, empreendedor por visão. Antes de virar dono de um dos grupos mais importantes de turismo do Estado, passou pelo Banco do Brasil, construiu escolas, fundou faculdades, transformou o ensino superior do interior e vendeu toda essa estrutura ao grupo Ânima, um marco que selou o fim de um ciclo e abriu espaço para outro maior ainda.

Quando adquiriu o antigo Hotel hadson, muitos acharam ousado. Poucos imaginaram o que viria depois. O prédio ganhou nome novo, identidade nova, conceito novo e propósito renovado. O VIDAM nasceu moderno, elegante, acolhedor. O professor reformou, elevou o padrão, trouxe vida, música, gastronomia e aquela sensação de que o hotel agora tem alma. Ele transformou o VIDAM não apenas em hospedagem, mas no segundo lar do turista e no endereço preferido do sergipano na própria cidade.

E não parou aí. Wilson não tem só o VIDAM Hotel. Tem o VIDAM Náutico Clube, na Ilha do Sol, onde famílias se encontram, barcos cruzam o rio e o tempo parece passar mais devagar. Tem a Fazenda VIDAM Escurial, em São Cristóvão, um pedaço vivo da história do Brasil que virou palco de encenações, festas, cortejos, preservação cultural e pertencimento. Ele não apenas investiu em Sergipe; ele escolheu Sergipe como casa definitiva, redefiniu a relação do sergipano com seu próprio turismo e fez nascer um ecossistema que une hotelaria, lazer, cultura e grandes eventos.

Os eventos, inclusive, são um capítulo à parte. O Réveillon VIDAM, com artistas como Gusttavo Lima e Bell Marques, já figura entre os maiores do Nordeste. O São João na Fazenda VIDAM Escurial virou celebração da tradição nordestina em sua forma mais autêntica. E a Feijoada do Pré-Caju… essa virou um símbolo. Não apenas uma festa, mas o retrato de uma visão que deu certo. No rooftop, enquanto Alexandre Peixe embala o público, a cidade vibra, o turismo se movimenta, e Wilson observa com aquele olhar tranquilo de quem sabe que cumpriu sua missão: transformar, elevar, inovar.

Do engraxate ao gestor, do professor ao empresário, do sertão ao litoral, a trajetória de Wilson é movida por disciplina, propósito e um pertencimento que Sergipe reconheceu oficialmente em 2023, com o título de Cidadão Sergipano. Mas, verdade seja dita, esse título ele já carregava muito antes, no orgulho de quem acompanha sua história e no impacto que ele produziu no Estado.

Hoje, o VIDAM não é apenas um hotel. É o coração de um projeto que mudou o turismo sergipano e abriu caminho para que eventos, experiências e memórias nascessem ali. E a feijoada, essa festa que já virou marca registrada, é apenas mais um capítulo de uma história que começou pequena, cresceu com coragem e hoje faz Sergipe dançar, comer, celebrar e reconhecer quem acreditou no Estado antes de todo mundo.

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