O reajuste da tarifa da Iguá Sergipe começa a valer em 1º de setembro de 2025, mas a pergunta que não quer calar é: como justificam cobrar mais quando o povo segue SEM ÁGUA? O tal “reajuste da tarifa Iguá Sergipe” chega no bolso cheio e no serviço… pela metade.
Por que a tarifa sobe?
A Agrese autorizou um aumento de 7,837% para recompor custos com insumos, energia e infraestrutura. A Iguá diz que o reajuste é necessário para manter a operação. Mas e quem está sem água, hein?
Enquanto isso, o abastecimento segue capenga
Agosto foi um festival de falhas no fornecimento. Moradores de cidades como Frei Paulo e Pedra Mole seguem sem água e ainda recebem faturas normalmente. A indignação ecoou até na Assembleia Legislativa, onde parlamentares classificaram o reajuste como “imoral” diante da incapacidade da empresa de garantir o básico: água nas torneiras.
E dizem que estão investindo…
A Iguá insiste que está realizando melhorias. Em cidades como Simão Dias, Lagarto e Salgado, foram feitas interligações de rede, caça-vazamentos e reforço no sistema de bombeamento. Além disso, anunciou um “Plano Verão” com promessas de R$ 100 milhões em obras para 30 municípios.
Mas sejamos claros: notas de imprensa não enchem caixa d’água, só a água mesmo.
Quem vai se responsabilizar?
- Iguá Sergipe – explique por que reajusta e ainda falha no básico.
- AGRESE – por que autorizou o reajuste em meio à crise de fornecimento?
- Governo do Estado – será que privatizar a água foi mesmo essa maravilha que prometeram?
É hora de respostas, não de discursos bem formatados. O povo quer água, não justificativas burocráticas.
E você, acha aceitável pagar mais caro por um serviço que continua falhando? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe com quem também está sofrendo com a falta de água.
Fontes principais
- Iguá Sergipe
- Agrese
- Assembleia Legislativa de Sergipe




