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Resumão da Câmara: foca nos problemas de Aracaju, só Sonia Meire levou Gaza para o plenário

Na última sessão da Câmara de Aracaju, o clima foi de “olho no quintal de casa”. Cada vereador trouxe pautas diretamente ligadas à vida do aracajuano, saúde, juventude, transporte, esporte, inclusão social, até nome de rua entrou no pacote. Todos, menos Sonia Meire, que resolveu atravessar o Atlântico e puxar para o plenário o debate sobre o conflito em Gaza. No entendimento dela, trata-se de genocídio e de um “laboratório de guerra”. O assunto é atual e grave, mas não deixa de soar deslocado diante da lista de problemas urgentes da capital. Enquanto Sonia falava de bombas e extermínio, seus colegas estavam com os pés no chão da cidade, discutindo emprego, saúde, esporte e até plebiscito na zona de expansão.

Élber Batalha: o selo da luta feminina – Na sessão de ontem, dia 22, o vereador Élber Batalha conseguiu emplacar o selo “Aju Emprega + Mulher”, que vai certificar empresas que contratarem mulheres em situação de vulnerabilidade. A proposta é quase um “selo ISO da dignidade” – só que muito mais necessário. Segundo Élber, é preciso quebrar o ciclo da desigualdade. Além disso, ele quer teste de glicemia obrigatório na rede pública e até bracelete azul para identificar diabéticos. Se depender de Élber, Aracaju vai ter menos preconceito e mais prevenção.

Breno Garibalde: o batizador oficial de ruas – Se depender de Breno Garibalde, ninguém mais vai se perder na cidade perguntando “onde fica a Rua M?”. Agora, é Rua Dr. Ruy Gomes Fonseca Dória. E a Rua L virou Dr. Wellington Sabino Ribeiro Chaves. Breno é quase um padre das placas: onde passa, muda nome e deixa o registro. Ele também quer a Rua D como Dr. Wagner da Silva Ribeiro. Em Aracaju, até as ruas precisam de certidão de batismo e Breno é o cartorário da Câmara.

Maurício Maravilha: engenheiros no palco – O vereador Maurício Maravilha achou que engenheiro também merece tapete vermelho. Pediu sessão especial para homenageá-los no dia 24 de outubro. Afinal, sem engenheiro, nem o plenário da Câmara ficaria de pé.

Camilo Daniel: a juventude pede passagem – Camilo Daniel puxou a pauta da molecada. Quer audiência pública para discutir os 20 anos da Política Nacional de Juventude. Dia 15 de outubro vai ter jovem falando alto na Câmara. E, olha, se depender de Camilo, vai ter skate, rap e política juntos no mesmo espaço.

Marcel Azevedo: saúde mental em alta – O vereador Marcel Azevedo não quer mais ver a saúde mental esquecida no rodapé da pauta. Pediu audiência pública sobre o tema para 16 de outubro. Em tempos de ansiedade coletiva, pode ser que ele tenha dado um gol de placa.

Pastor Diego: condomínio em pauta – Já Pastor Diego mirou outro público: os moradores de condomínio. Pediu audiência pública sobre os dramas dessa vida de interfone, síndico brigando e taxa condominial que só aumenta. Vai ser em 2 de outubro. Se aparecer síndico no plenário, preparem-se para briga boa.

Selma França: plebiscito ou reza forte? – No Pequeno Expediente, Selma França foi com fé e política: quer que a zona de expansão tenha consulta popular. Segundo ela, “vai dar certo, com a ajuda de Deus e da urna eletrônica”. É democracia, mas com bênção reforçada.

Sargento Byron: banho de mar e inclusão – Byron entrou em clima de praia. Mostrou vídeo do Projeto Incluir Praiaju, onde pessoas com deficiência curtiram banho de mar com ajuda de voluntários. “Direito garantido é direito vivido”, disse o sargento, provando que política também pode vir de bermuda.

Alex Melo: zumba, corrida e aplauso – Na sua vez, Alex Melo mostrou que é vereador fitness. Falou do projeto Juntos pelo Esporte e agradeceu ao Hospital Santa Izabel pelo apoio. Teve zumba, alongamento e corrida. Alex ainda parabenizou a prefeita Emília Corrêa pelo programa Tamo Junto, que já virou hit nos bairros.

Tribuna Livre: Projeto SER em cena – A Tribuna Livre recebeu Francielly Fraga, do Instituto SER, falando sobre inclusão de pessoas neurodivergentes. O tema mobilizou a Casa: de Pastor Diego a Sonia Meire, passando por Levi, Thannata, Alex Melo, Sgt. Byron, Lúcio Flávio, Selma França, Marcel Azevedo, Maurício Maravilha, Bigode e até o presidente Ricardo Vasconcelos. Foi quase unanimidade: todos querem colocar emendas e apoio no projeto. A única divergência foi quem vai tirar foto primeiro com a equipe do Instituto.

Sávio Neto de Vardo: Mosqueiro é nosso! – E fechando o dia, Sávio Neto de Vardo levantou bandeira no plenário: Mosqueiro é Aracaju, e ponto final! Disse que São Cristóvão mal dá conta de si, quanto mais de um pedaço estratégico da capital. Para arrematar, Sávio trouxe notícia boa: a chegada da empresa Callink, que vai gerar 2 mil empregos até 2026. E soltou a frase de efeito: “é essa Aracaju que cresce que o povo do Mosqueiro quer ficar”.

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