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SERGIPE NAS URNAS: A DEMOCRACIA DECIDE, O BRASIL AGUARDA

PORTAL FAUSTO LEITE | ESPECIAL ELEIÇÕES 2026

Neste domingo, 25 de outubro, Sergipe e o Brasil vivem mais um momento de sua história democrática. Milhões de brasileiros irão às urnas exercer o direito de escolher livremente, pelo voto, o presidente da República. O Portal Fausto Leite deseja a todos uma eleição tranquila, segura e participativa, marcada pelo respeito às diferenças e à liberdade de consciência. A democracia não pertence a um partido, candidato ou governo. Pertence ao povo, que encontra nas urnas o instrumento constitucional para expressar sua vontade.

A eleição reafirma o valor das instituições, da liberdade de imprensa, do pluralismo político e do respeito aos direitos individuais. Divergências fazem parte da democracia, mas não justificam ameaças, agressões ou tentativas de constranger quem pensa de maneira diferente. O voto é secreto, pessoal e livre. Nenhum cidadão precisa revelar sua escolha, prestar contas de sua preferência ou aceitar pressões. A vontade popular deve ser apurada com transparência, segundo as regras eleitorais.

Este é o pensamento do Portal Fausto Leite: que prevaleçam a democracia, a legalidade e a vontade soberana do eleitor, sem interferências indevidas. Desejamos uma boa eleição aos brasileiros, especialmente ao povo sergipano. Que as urnas registrem fielmente cada escolha, que as instituições cumpram suas responsabilidades e que o resultado seja recebido com respeito. Governos passam, disputas terminam, mas a Constituição, os direitos fundamentais e a democracia precisam continuar.

Sergipe vai às urnas. Neste domingo, os eleitores sergipanos participam do segundo turno presidencial. A votação começa às 8h e termina às 17h, pelo horário de Brasília. Nos 75 municípios, a Justiça Eleitoral mobiliza mesários, servidores e equipes de apoio para garantir o funcionamento das seções. O eleitor deverá conferir seu local de votação e apresentar documento oficial com fotografia. Quem estiver na fila até o encerramento poderá votar.

A urna é do eleitor. O voto é pessoal, livre e secreto. Nenhuma autoridade, empregador, liderança política ou familiar pode exigir que o cidadão revele sua escolha. A Constituição assegura o sufrágio direto e secreto como fundamento da participação democrática. As divergências entre candidatos e apoiadores fazem parte do processo eleitoral. A liberdade individual deve ser preservada dentro e fora das seções.

O domingo da Justiça. O TRE de Sergipe chega ao segundo turno com uma operação que envolve preparação de urnas, fiscalização técnica e atendimento ao eleitorado. O Estado possui 5.908 seções eleitorais, segundo informações oficiais do Tribunal. A realização da votação depende de logística, transmissão de dados e atuação coordenada de diferentes servidores. O trabalho administrativo começa antes da abertura das urnas e continua depois do encerramento. Cada etapa possui procedimentos previstos na legislação.

Voto não se negocia. A compra de votos e a coação eleitoral são condutas previstas na legislação e sujeitas a sanções. Oferecer vantagens em troca do voto ou ameaçar alguém para interferir em sua escolha pode configurar infração ou crime, conforme as circunstâncias. O sigilo existe também para impedir exigências de comprovação da preferência eleitoral. Suspeitas concretas devem ser encaminhadas às autoridades competentes. Acusações públicas exigem prova, não apenas mensagens compartilhadas.

Propaganda tem limite. A legislação eleitoral distingue a manifestação individual e silenciosa da propaganda irregular no dia da votação. O eleitor pode utilizar discretamente símbolos de sua preferência, respeitadas as normas. Já a boca de urna, o aliciamento de eleitores e a distribuição de material de propaganda são proibidos. As regras alcançam os locais de votação e demais espaços sujeitos à fiscalização eleitoral. O respeito a essas disposições evita conflitos e protege a liberdade de escolha.

Celular fica de fora. O eleitor não pode ingressar na cabine de votação portando aparelho celular ou outro equipamento capaz de registrar imagens do voto. A restrição vale mesmo quando o dispositivo está desligado. Os aparelhos devem permanecer no local indicado pela mesa receptora durante a votação. A norma protege o sigilo e dificulta tentativas de exigir fotografias como demonstração de voto. A orientação dos mesários deve ser observada.

Informação merece conferência. Mensagens anunciando mudanças de local, alterações de horário ou supostas determinações extraordinárias da Justiça Eleitoral devem ser conferidas antes de serem compartilhadas. O aplicativo e-Título e os portais oficiais do TSE e do TRE-SE disponibilizam orientações ao eleitor. A circulação de informações falsas pode causar deslocamentos desnecessários e dúvidas sobre procedimentos. O encaminhamento de uma mensagem não comprova sua autenticidade. A identificação da fonte é essencial.

Ausência não impede. Quem deixou de votar no primeiro turno, mas continua com inscrição eleitoral regular, poderá participar normalmente da segunda votação. Cada turno é considerado uma eleição independente para fins de comparecimento e justificativa. A ausência anterior deverá ser regularizada nos prazos legais, quando exigível. O eleitor pode consultar sua situação pelos serviços da Justiça Eleitoral. O segundo turno não depende de participação no primeiro.

O transporte do eleitor. A logística de deslocamento integra a organização da votação, especialmente para moradores de comunidades rurais e regiões distantes das seções eleitorais. Informações sobre gratuidade, rotas e horários devem ser confirmadas nos comunicados das autoridades locais. O transporte público eleitoral precisa observar as regras aplicáveis e não pode ser utilizado para constranger passageiros ou condicionar deslocamentos a preferências políticas. O acesso ao local de votação deve ocorrer em condições regulares.

Urnas sob fiscalização. O TRE-SE programou a auditoria de 23 urnas eletrônicas para o segundo turno, incluindo testes de integridade e autenticidade dos sistemas. As atividades possuem procedimentos públicos e possibilidade de acompanhamento por entidades fiscalizadoras. Em Aracaju, a programação inclui o Iate Clube e o Centro de Excelência Atheneu Sergipense. Os testes fazem parte das etapas de verificação previstas pela Justiça Eleitoral. Os resultados devem ser examinados de acordo com os registros oficiais de auditoria.

Segurança nas ruas. O domingo eleitoral também exige atenção à circulação de pessoas e às condições de segurança nas proximidades das seções. A atuação policial deve respeitar as competências legais e os direitos fundamentais dos cidadãos. Ameaças, agressões e impedimentos ilegais ao exercício do voto devem ser comunicados às autoridades. Discussões políticas não suspendem as normas de convivência pública. Eventuais ocorrências precisam ser apuradas individualmente, com identificação dos fatos e dos responsáveis.

Às cinco, a apuração. O encerramento regular da votação está previsto para as 17h. A partir desse horário, as urnas emitem os boletins com os votos registrados em cada seção. Os documentos fazem parte do processo de conferência e totalização dos resultados. O processamento nacional ocorre conforme os dados são recebidos pela Justiça Eleitoral. Os percentuais inicialmente divulgados representam apenas a quantidade de votos já totalizados naquele momento.

Cada voto documentado. O Boletim de Urna apresenta o resultado da votação realizada em uma seção eleitoral. Esse documento permite acompanhar a contabilização local e confrontar informações com os sistemas de resultados. A fiscalização também envolve procedimentos técnicos anteriores à eleição e registros produzidos durante sua realização. A consulta aos documentos públicos é um instrumento de transparência. Eventuais divergências devem ser verificadas considerando sua origem e contexto.

Cuidado com os números. A divulgação de resultados parciais exige atenção ao percentual de seções totalizadas e ao horário de atualização. Um recorte divulgado nas redes sociais pode representar uma etapa já superada da apuração. A totalização nacional reúne informações recebidas de diferentes localidades e fusos horários. A interpretação correta exige observar a abrangência dos dados. Números isolados não substituem o resultado oficialmente divulgado.

Quando sai o resultado? O TSE estabelece o início da divulgação dos números a partir das 17h, mas o horário de conclusão da totalização não é previamente fixado. A definição matemática da disputa poderá ocorrer durante a noite de domingo, conforme o ritmo de processamento e a distribuição dos votos restantes. Não existe garantia oficial de conclusão às 19h, 20h ou 22h. A imprensa deverá acompanhar os dados atualizados e distinguir a definição da eleição do encerramento integral da contabilização.

A festa tem regras. A divulgação do resultado poderá ser acompanhada de reuniões, manifestações e celebrações em espaços públicos. A Constituição protege a liberdade de reunião pacífica, observadas as condições legais. Grandes eventos, equipamentos de som e ocupação de vias podem exigir providências específicas junto aos órgãos competentes. A comemoração não autoriza bloqueios perigosos, agressões ou danos ao patrimônio. O trânsito e os serviços de emergência precisam ser preservados.

Rivalidade sem violência. A disputa eleitoral termina, mas os direitos de quem possui opiniões diferentes permanecem protegidos. Ameaças, perseguições e agressões não se tornam legítimas por causa de resultados políticos. Cidadãos podem comemorar, lamentar ou manifestar suas posições dentro dos limites da lei. As autoridades responsáveis pela segurança devem avaliar ocorrências conforme fatos concretos. O respeito às liberdades individuais vale antes, durante e depois da votação.

Atenção aos boatos. Durante a apuração, vídeos antigos, imagens fora de contexto e resultados parciais podem circular como informações atuais. A identificação da data, do local e da fonte ajuda a distinguir registros autênticos de conteúdos enganosos. Mensagens sobre supostas irregularidades devem ser acompanhadas de elementos verificáveis. A Justiça Eleitoral mantém canais para esclarecimentos e comunicações. A responsabilidade na divulgação de informações também faz parte do trabalho da imprensa.

O país depois das urnas. O resultado presidencial definirá a composição do Poder Executivo federal para o próximo mandato. A administração pública continuará submetida à Constituição, às leis e aos mecanismos de fiscalização. O Congresso Nacional, o Poder Judiciário, os órgãos de controle e os entes federativos conservarão suas competências. A eleição é uma etapa fundamental do funcionamento democrático, mas não esgota a participação cidadã. A fiscalização de políticas públicas continua depois da votação.

A democracia continua. O Portal Fausto Leite deseja que o domingo transcorra com tranquilidade para todos os sergipanos e brasileiros. O voto secreto, a liberdade de escolha, a fiscalização pública e o respeito aos direitos fundamentais integram a democracia brasileira. O resultado será conhecido por meio da apuração e da totalização oficiais. A diversidade de opiniões continuará existindo após o encerramento da disputa. A vontade expressa nas urnas deve ser registrada e apurada conforme a Constituição e a legislação eleitoral.

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