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Valmir avança enquanto os adversários procuram a saída do buraco

As últimas 24 horas sacudiram a eleição sergipana: a pesquisa INOR colocou Valmir de Francisquinho na liderança, com 38,69%, contra 34,11% de Fábio Mitidieri. Na espontânea, a vantagem passou de nove pontos. Enquanto Valmir cresce, o governo procura uma calculadora que some popularidade sem subtrair realidade.

Valmir também apresentou um dos planos educacionais mais consistentes da disputa, com propostas para o piso salarial, a carreira do magistério, a educação inclusiva e a ampliação do ensino integral. Não é apenas discurso de palanque: há objetivos e medidas concretas. Num campeonato de planos escritos às pressas, Valmir entrou com projeto; alguns adversários chegaram com redação de última hora.

Fábio recebeu duas notícias amargas: apareceu atrás no INOR e teve seu programa educacional criticado pela falta de medidas específicas para os professores. Ricardo Marques tem propostas, mas ainda luta para ser lembrado; Emanuel Cacho e Taty Cristina quase desapareceram do radar. Dr. Helton apresentou boas ideias, porém sua candidatura está presa no buraco jurídico aberto pelo indeferimento da Federação PSOL-Rede.

Pesquisa não é urna e ninguém deve soltar foguete antes da apuração, mas Valmir encerrou o período como o candidato mais fortalecido. Ele liderou o levantamento, apresentou conteúdo e ocupou o centro do debate, enquanto os concorrentes tentavam explicar números, planos frágeis e problemas judiciais. Valmir avançou andando; parte da concorrência continua cavando o próprio buraco e perguntando quem apagou a luz.

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